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Kombi de 1966 recebe motorização elétrica; veja a galeria

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VW Kombi elétrica arrow-options
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Todo o charme da velha senhora, agora com motorização elétrica de 83 cv de potência

Um grande fenômeno que vem acontecendo na Europa e nos Estados Unidos nos últimos anos é o da restauração de veículos clássicos, integrando motores elétricos no lugar dos conjuntos originais. Pode parecer algo complexo, mas os especialistas garantem que a menor quantidade de partes móveis faz com que veículos elétricos dispensem custos de manutenção.

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A Volkswagen criou um experimento interessante na Alemanha. chamado de eClassics . O mais novo integrante da “nova-velha” família de carros elétricos é a nossa saudosa Kombi da geração “corujinha”. Em tese, trata-se de uma Kombi fabricada em 1966. Durante 54 anos, o modelo circulou pelas ruas da Califórnia (EUA) com um motor boxer de apenas 44 cv de potência e 10,2 kgfm de torque. Com a instalação da nova unidade elétrica, sua força saltou para 83 cv e 21 kgfm, garantindo mais torque que um VW T-Cross de entrada.

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Além da restauração externa, a Volkswagen precisou adaptar a estrutura e o chassi da Kombi para permitir a substituição do motor a combustão. A suspensão independente nos dois eixos também precisou ser adaptada, assim como o sistema de direção e os freios a discos ventilados nas quatro rodas. 

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O fenômeno de eletrificar carros clássicos ainda é novo, e passa longe de ser algo acessível para o grande público. A Kombi elétrica custa aproximadamente US$ 70 mil (ou R$ 350 mil, com dólar em tempos de epidemia).

Fonte: IG CARROS

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Governo libera rodar com CNH vencida por conta do coronavírus

Medida visa evitar aglomerações em locais públicos, como Detrans

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A isenção é válida para todas as carteiras de motorista que deixaram de ser válidas no dia 19 de fevereiro deste ano Foto: Divulgação/PRF

O governo permitiu a condução de veículos com a CNH vencida em todo território nacional. A isenção é válida para todas as carteiras de motorista que deixaram de ser válidas no dia 19 de fevereiro deste ano. A informação é da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A medida visa evitar aglomerações em locais públicos, como Detrans, durante a pandemia do novo coronavírus no Brasil. Normalmente quem está com a CNH vencida só pode circular até 30 dias após a validade do documento.

Por conta disso, o tempo máximo para renovação da CNH subiu de 12 para 18 meses. Outros serviços normalmente feitos nos órgãos públicos também estão suspensos, como identificação de condutor em multas (incluindo as já emitidas), recursos para multas e de suspensão/cassação de habilitação.

Quem já teve a CNH cassada ou suspensa antes disso, porém, segue sem ter o direito de dirigir veículos, pois o documento permanecerá sem validade.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e tem efeito imediato.

Fonte portal A Rede

 

 

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