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Veja cinco motos elétricas entre R$ 9 mil e R$ 20 mil à venda no Brasil

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Com o tema da mobilidade cada vez mais em voga, grandes empresas têm mudado o direcionamento de seus produtos para melhor atender ao mercado. Os veículos elétricos, são soluções que, a medida que o tempo passa, vão se tornando mais em conta. Nessa lógica, empresas de motocicletas investem na criação de motos elétricas, inclusive no Brasil.

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As motos elétricas oferecidas no Brasil atendem a diferentes públicos. Enquanto umas são scooteres — com uma posição de dirigir onde se guia sentado, e com isso é possível manter-se em uma postura mais adequada — outras são motos convencionais — com estrutura montada sobre quadro, no qual o condutor anda montado, as motos são a melhor opção quando se pensa em interação homem-máquina. Desse modo, veja a seleção de cinco modelos interessantes.

5 – Voltz EV01: R$ 9.450

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A mais em conta da lista das motos elétricas, que não fica por baixo das demais em equipamentos

O veículo elétrico mais em conta da lista é certamente um dos mais chamativos. Trata-se de um scooter com linhas e componentes que seguem o padrão dos modelos atuais. Com motor Bosch de 1800 watts, chega aos 60 km/h, conta com marcha ré e, a cada quatro horas de recarga, tem capacidade para 60 km de autonomia. A sua bateria de íon-lítio é moderna, o único impedimento para que pudesse rodar mais (como outras motos da nossa lista) é o seu tamanho mais reduzido.

Além disso, vem com rodas de 12 polegadas, sistema de alto-falante que pode ser conectado com o celular via Bluetooth, opção de sete cores para a carenagem, apoio de pés para o garupa, freios a disco nas duas rodas, luzes de LED e uma plataforma de aplicativo para ajudar o cliente a achar pontos de recarga pela cidade.;

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4 – Aima Tiger X6: R$ 9.800

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A chinesa ainda se configura entre as mais em conta da lista, mas sua bateria é mais antiquada

Sediada na zona norte de São Paulo, a Aima importa scooters e motocicletas elétricas chinesas para o Brasil. A intenção é proporcionar novas soluções de mobilidade, sem prejudicar o meio ambiente. Entre os vários modelos disponíveis no Brasil, a Aima Tiger S5 de destaca. 

Seu motor de 1200W utiliza uma bateria de 72 volts, 20 amperes e bateria de ácido e chumbo. O sistema de freios funciona a disco. De acordo com a fabricante, a velocidade máxima é de 49 km/h, com autonomia na casa dos 65 km com a carga completa.

3 – MUUV Custom S: R$ 11.878

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O único modelo da lista que não exige habilitação para motos ou ciclomotores

Eis um modelo que mistura uma custom com estilo dragster e uma solução urbana que se assemelha, talvez, a um patinete elétrico. Seus pneus são largos e a posição de dirigir é pensada para ser a mais confortável, segundo a marca. O visual, certamente, é algo bastante inédito quando é comparada a outros modelos do segmento. Da lista, é a única que não se configura como motocicleta ou ciclomotor, logo, pode simplesmente comprar e sair andando, sem precisar de carteira de habilitação.

Com capacidade de 50 quilômetros de autonomia, vem equipada com bateria de lítio removível e recarregável em tomadas 110V ou 220V. Chega à velocidade máxima de 50 km/h, bem como suporta um peso máximo de até 150 kg. Entre os equipamentos, traz farol de LED, opções de cores e customizações, retrovisores, bagageiros, som via bluetooth, freios a disco nas duas rodas, pneus largos e suspensão nas duas rodas.

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2 – Magias Italiane Maranello: R$ 11.999

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Seria essa a moto mais bonita da lista? Segue o estilo das nakeds esportivas, as streetfighters

A Magias Italiane é uma importadora sediada em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, e opera com diversos parceiros comerciais ao redor do mundo. Entre os vários produtos disponíveis no Brasil – com scooters e patinetes – a marca também traz a moto elétrica Maranello 2000, por R$ 11.999.

Trata-se de uma motocicleta elétrica de 140 kg, com cubo e guidão de alumínio e freios hidráulicos magnéticos. De acordo com a fabricante, sua recarga em uma tomada convencional de 110V leva entre 6 e 8 horas, com autonomia total de 60 km. A marca sugere que a Maranello 2000 seja carregada, no mínimo, uma vez em cada duas semanas.

1 – Energie Mobi Super Soco TC: R$ 21.900

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O modelo mais refinado da lista, feito por uma empresa brasileira

Eis a motocicleta mais encorpada da lista. Com capacidade de chegar aos 75 km/h, vem com motor Bosch capaz de gerar 15 kgfm e design “café racer”. Entre os principais equipamentos, estão o sistema de freios combinados CBS, sistema de super resfriamento para a bateria e assento com garupa e um pequeno compartimento para bagagens. Sua autonomia é de 80 km, mas pode vir com uma bateria extra e os números vão para 160 km.

Com design inspirado nos anos 50, a última moto elétrica da lista vem com apoio de pés para o garupa, mostrador de velocidade que une o ponteiro analógico ao computador de bordo digital, botão Push to Start, suspensão regulável, farol de LED, Comando de bloqueio remoto com sistema anti-roubo / alarme, entre outros itens.

Fonte: IG CARROS

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Kombi de 1966 recebe motorização elétrica; veja a galeria

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Todo o charme da velha senhora, agora com motorização elétrica de 83 cv de potência

Um grande fenômeno que vem acontecendo na Europa e nos Estados Unidos nos últimos anos é o da restauração de veículos clássicos, integrando motores elétricos no lugar dos conjuntos originais. Pode parecer algo complexo, mas os especialistas garantem que a menor quantidade de partes móveis faz com que veículos elétricos dispensem custos de manutenção.

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A Volkswagen criou um experimento interessante na Alemanha. chamado de eClassics . O mais novo integrante da “nova-velha” família de carros elétricos é a nossa saudosa Kombi da geração “corujinha”. Em tese, trata-se de uma Kombi fabricada em 1966. Durante 54 anos, o modelo circulou pelas ruas da Califórnia (EUA) com um motor boxer de apenas 44 cv de potência e 10,2 kgfm de torque. Com a instalação da nova unidade elétrica, sua força saltou para 83 cv e 21 kgfm, garantindo mais torque que um VW T-Cross de entrada.

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Além da restauração externa, a Volkswagen precisou adaptar a estrutura e o chassi da Kombi para permitir a substituição do motor a combustão. A suspensão independente nos dois eixos também precisou ser adaptada, assim como o sistema de direção e os freios a discos ventilados nas quatro rodas. 

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O fenômeno de eletrificar carros clássicos ainda é novo, e passa longe de ser algo acessível para o grande público. A Kombi elétrica custa aproximadamente US$ 70 mil (ou R$ 350 mil, com dólar em tempos de epidemia).

Fonte: IG CARROS

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