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Moradores de Jaguariaíva se assustam com tremor de terra no município

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(Foto: Divulgação)

Moradores de Jaguariaiva relataram ter sentido um expressivo tremor de terra na noite de quarta-feira (19).

Populares afirmaram que a sensação era de algo pesado caindo no chão. Há ainda relatos de pessoas que perceberam os móveis tremendo.

A reportagem entrou em contato com o Observatório Sismológico de Brasília SIS/UnB (Universidade de Brasília) para saber se houve registro desta atividade em Jaguariaíva. O professor George Sand confirmou um tremor de pequena magnitude, mas afirmou que é algo natural e não há razão para pânico, visto que outras atividades são registradas corriqueiramente nesta região.

A primeira possibilidade cogitada foi de que um terremoto leve no Peru, com intensidade 4,3 graus na escala Richter, pudesse ter sido sentido em Jaguariaíva, contudo, tal explicação foi descartada pelo professor George, pois com esta escala, considerada baixa, os efeitos não alcançariam tamanha distância, como ocorreu em abril deste ano, quando um terremoto de magnitude 6,8 na Bolívia foi sentido em quatro estados brasileiros.

 

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Confirmação

Na tarde desta quinta-feira (20), o fenômeno natural também foi confirmado pelo Centro de Sismologia da USP (Universidade de São Paulo).

“Recebemos diversos telefonemas e mensagens de pessoas que sentiram um tremor na região dos Campos Gerais, no Paraná. Uma análise mais detalhada dos registros das estações da RSBR confirma um pequeno sismo na cidade de Piraí do Sul (PR), ocorrido às 22:49:20 (Brasília), da noite de ontem, dia 19/12. O tremor teve uma magnitude mR de 2.8 (Escala Richter)” afirma o relato divulgado pelo centro de sismologia.

Ocorrido em Piraí do Sul, o tremor foi sentido também em Jaguariaíva à 45km de distância, como confirmaram diversos relatos publicados nas redes sociais. Apesar do susto, nenhum dano foi registrado.

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Secretário descarta volta às aulas no PR por pelo menos 30 dias; protocolo prevê opção para ficar em casa

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Foto: Reprodução/Internet

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, descartou nesta quinta-feira (24) o retorno às aulas no Paraná por pelo menos 30 dias. Em entrevista concedida à Banda B, ele afirmou que o governo está esperando uma queda na curva ao longo do próximo mês, mas que a discussão de retorno só poderá acontecer se as expectativas epidemiológicas se confirmarem.

“Ao descer esse patamar, talvez possamos estudar o retorno, com calma, respeito, tranquilidade. Em primeiro lugar, vem a segurança de alunos, professores e familiares, já que os estudantes precisam retornar para casa após a aula. Esse tema é tratado com todo o carinho e respeito que o cidadão merece. Não é por pressão desta ou daquela entidade que vamos ceder. Toda a orientação será de ponto de vista técnico, epidemiológico e de saúde pública”, disse o secretário.

Entre as principais entidades que pedem o retorno das aulas está o Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe) e um grupo de pais, que marcou uma manifestação para o próximo domingo (27).

 

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Protocolo e plano-piloto

Apesar de a volta ser descartada no momento pela Secretaria da Saúde, a Secretaria Estadual da Educação (Seed) já elabora um plano-piloto para a eventual retomada.

De acordo com o diretor-geral da Seed, Gláucio Dias, a ideia é dialogar e apresentar um protocolo que apresente a segurança necessária a todos os envolvidos. “A ideia é implantar inicialmente em uma região com alto índice de segurança e, para isso, temos uma sinalização de Irati, Guarapuava e União da Vitória. Com esse teste, podemos desenhar um retorno escalonado e seguro”, explicou.

Além do Governo do Estado, há um expressivo número de entidades que participa da elaboração do protocolo, que seria válido para as redes estadual e privada.

Entre os pontos discutidos, está a liberdade para pais que optem por não enviar os filhos às aulas. “Aquela família que entende que não é o momento, vai ter a liberdade de manter o filho dela estudando exclusivamente na modalidade online. Mas, um dos pontos que está no documento é que o ensino será hibrido, ou seja, com estudos presenciais em uma semana e remoto na outra”, disse Dias.

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O objetivo do ensino híbrido é garantir o distanciamento social nas escolas.

 

Via: Felipe Ribeiro – Banda B.

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