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Escola de Tomazina utiliza metodologias ativas para atingir aprendizagem dos alunos

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Diante dos desafios encontrados no ensino e aprendizagem da escola do campo os professores e equipe gestora da Escola Estadual do Campo Manoel Sebastião Gonçalves do município de Tomazina viram-se impulsionados a implementar em suas aulas metodologias ativas.

Durante o trimestre cada professor elabora planos de aulas, buscando a interdisciplinaridade, que proporcionem conteúdos atrativos e interativos o que conforme Débora Garofalo traz inúmeros benefícios para a aprendizagem onde “o principal é a transformação na forma de conceber o aprendizado, ao proporcionar que o aluno pense de maneira diferente (já ouviu falar em fora da caixa?) e resolver problemas conectando ideias que, em princípio, parecem desconectadas.”

Um dos projetos desenvolvidos no primeiro trimestre foi o de Micromundos Interativos que tem como objetivo aplicar possibilidades da aprendizagem criativa baseada em projetos, por meio de desafios, articulando de forma interdisciplinar diferentes conhecimento, mobilizar competências e habilidades múltiplas, adquirir e incrementar competências , conforme diretrizes da BNCC entre outros

Outra ação da Escola Manoel Sebastião, está na capacitação dos professores quanto ao uso do e-mail @ escola em especial do google sala de aula.

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Para José Moran: No modelo disciplinar, precisamos “dar menos aulas” e colocar o conteúdo fundamental na WEB, elaborar alguns roteiros de aula em que os alunos leiam antes os materiais básicos e realizem atividades mais ricas em sala de aula com a supervisão dos professores. Misturando vídeos e materiais nos ambientes virtuais com atividades de aprofundamento nos espaços físicos (salas) ampliamos o conceito de sala de aula: Invertemos a lógica tradicional de que o professor ensine antes na aula e o aluno tente aplicar depois em casa o que aprendeu em aula, para que, primeiro, o aluno caminhe sozinho (vídeos, leituras, atividades) e depois em sala de aula desenvolva os conhecimentos que ainda precisa no contato com colegas e com a orientação do professor ou professores mais experientes.

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Cidades

Tomazina, Pinhalão, Japira e Jaboti criam associação de produtores de morango e buscam selo especial de qualidade

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Na propriedade de Marcelo Siqueira as 15 mil plantas são suspensas para evitar o contato com o solo - Foto Divulgação

O objetivo é que eles possam se organizar para ganhar competitividade no mercado e buscar o registro de Indicação Geográfica junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)

Um grupo de 12 produtores de morango do norte pioneiro do Paraná constituiu, na última quinta-feira (28), a Associação Norte Velho dos Produtores Rurais de Jaboti, Japira, Pinhalão e Tomazina. O objetivo é que eles possam se organizar para ganhar competitividade no mercado e buscar o registro de Indicação Geográfica junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

O produtor de Jaboti, Marcelo Augusto da Mata Siqueira, foi eleito o presidente da nova associação. Ele trabalha com morangos há 17 anos. Hoje, possui uma produção de 15 mil plantas suspensas, todas semi-hidropônicas, para evitar doenças de solo. Para ele, a constituição da associação é muito importante e necessária na região, que concentra o cultivo da fruta em mais de 140 hectares.

“Hoje, dependemos muito dos atravessadores. Enquanto o mercado vende a caixa por R$ 25, em média, a gente comercializa a R$ 5, na roça”, justifica. Além de ganhar competitividade no preço de venda, Siqueira acrescenta que a união dos produtores vai beneficiá-los, também, na hora de conseguir boas condições de pagamento na aquisição dos insumos e mudas.

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A associação é necessária, ainda, para que os produtores da região consigam fazer o pedido de registro de Indicação Geográfica junto ao INPI. “A IG será uma baita conquista pra gente. Nosso cinturão é muito forte na produção de morango, tanto em qualidade como em quantidade, mas os produtores são prejudicados na venda”, afirma. Caso o grupo conquiste o registro, Siqueira diz que a região terá produtos ainda melhores e com mais valor agregado.

A Indicação Geográfica é um bem coletivo conferido a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação aos similares disponíveis no mercado por sua qualidade, especialidade e tipicidade.

A região do norte velho é considerada a maior produtora de morango em todo o estado, segundo a Emater. O trabalho será focado na conquista da IG por Indicação de Procedência (IP), relacionada à reputação e tradição dos fruticultores.

O consultor do Sebrae/PR, Odemir Capello, afirma que a proposta de IG integra um conjunto de ações realizadas pela governança do Comitê Territorial do Norte Pioneiro do Paraná para tornar a região uma referência na produção de alimentos diferenciados e fazer com que isso gere desenvolvimento para todo o território.

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“O morango será o terceiro na busca pelo registro, depois do café e da goiaba”, aponta. Segundo o consultor, a constituição da associação cria capital social e fortalece o segmento.

Capello explica que a conquista da IG trará notoriedade para o cultivo de morangos da região, que concentra aproximadamente 500 produtores. “O objetivo é que o trabalho associativo beneficie os fruticultores e organize a produção para que ela possa chegar a novos mercados”, informa.

O consultor lembra que o trabalho, que vem sendo realizado há cerca de um ano, conta com o apoio da Emater; prefeituras municipais de Jaboti, Japira, Pinhalão e Tomazina; Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar); Ministério da Agricultura; e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

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