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DADOS DO TCE

Figueira, Salto do Itararé e Guapirama: as piores no ranking da transparência pública da Amunorpi

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Figueira, a antepenúltima colocada dos 399 municípios do Paraná, atrás apenas de Luiziana e Peabiru - Foto Reprodução

O Tribunal de Contas do Estado publicou em seu site um ranking dos portais da transparência dos 399 municípios paranaenses. A listagem tem como base o Índice de Transparência da Administração Pública (ITP) de cada prefeitura. O indicador, desenvolvido pelo TCE-PR em 2018, foi aferido pela primeira vez no final do ano passado.

Na região do Norte Pioneiro, incluindo as regiões políticas Amunorpi (região de Jacarezinho) e Amunopi (região de Cornélio Procópio), os municípios de Figueira (com 9 mil habitantes), Salto do Itararé (com 6 mil habitantes) e Guapirama (com 5 mil habitantes), tiveram as piores colocações e ficaram entre as dez piores do ranking no órgão fiscalizador.

Figueira, a antepenúltima da lista de 399 municípios, ficou na posição 397ª com 31,48% de ITP, já Salto do Itararé, pertencente à comarca de Siqueira Campos, ficou na posição 396ª com 35,07 de ITP. Guapirama ranqueou na posição negativa de 388ª com 39,48% de ITP.

A Folha Extra procurou o prefeito de Salto do Itararé, que por telefone atribuiu a baixa avaliação do TCE à uma suposta dificuldade de navegação no sistema por parte dos analistas.


“Em uma primeira análise acreditamos que seja uma questão de navegabilidade”

“Em uma primeira análise acreditamos que seja uma questão de navegabilidade”, apontou Paulo Sergio Fragoso da Silva (PRP), adiantando que um processo de licitação poderá ser aberto para melhorias no portal. “Todas as informações estão disponibilizadas ali. Claro que tem algumas coisas que não são obrigatórias, mas analisaremos para atender toda a demanda”, complementou.

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Em contato com a prefeitura de Figueira a reportagem foi informada que o prefeito Valdir Garcia (PSDB), estava viajando. As informações, no entanto, foram dadas pelo contador do município, Geandro Cícero de Lima, que ainda não estava por dentro do assunto, mas também apontou uma falha de sistema. “Já estamos pedindo aos responsáveis pelo portal para trabalharem na melhoria da navegação”, declarou. O município de Figueira possui apenas o meio eletrônico como transparência dos atos públicos.

A Folha Extra não conseguiu contato nem com o prefeito de Guapirama, Pedro de Oliveira (Pedro Banzé) do PMDB, nem com outros servidores da prefeitura.

Portal da transparência do município de Figueira

 

Portal da transparência do município de Salto do Itararé

NO PARANÁ

A primeira colocada foi a Prefeitura de Candói (Centro-Sul), que atingiu a nota de 94,48%. Na sequência, aparecem os poderes executivos municipais de Cascavel (93,07%), Maringá (85,37%), Londrina (84,89%) e Andirá (81,58%). A capital, Curitiba, ficou na 198ª posição, com pontuação de 65,23%. A última colocada foi a administração de Luiziana (6,01%). Todos os gestores foram notificados previamente a respeito da realização da avaliação.

 

 

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Cidades

Paraná vê pior ano epidemiológico em casos e mortes por dengue

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

A Secretaria de Estado da Saúde finaliza o período sazonal 2019/2020 de monitoramento da dengue com a publicação de boletim epidemiológico, nesta terça-feira (14). O Estado fecha o ciclo de 12 meses com 227.724 casos e 177 mortes confirmadas. Foi o pior ano em se tratando de casos e mortes no Estado.

O acompanhamento de julho 2019 a julho 2020 publicou 43 boletins epidemiológicos, com registros de casos confirmados, notificados, óbitos e análises sobre os índices da doença nas regiões e cada município do Estado.

Até ontem, 244 cidades estavam em situação de epidemia e 31 em alerta para a dengue. O informe mostra que 22.700 casos seguem em investigação.
Em relação aos óbitos por dengue o aumento em relação ao boletim do período anterior é de cerca de 80%. Entre 2018/2019 foram 22 óbitos e agora são 177 mortes provocadas por dengue.

Desde o início do período, a Secretaria da Saúde já alertava para a possibilidade de aumento expressivo de casos devido ao novo sorotipo da doença, o Den-2, que até então não circulava no Estado. O fluxo do subtipo diferente fez com que as pessoas infectadas evoluíssem para formas mais graves da dengue.


Apesar do encerramento do período sazonal, a Secretaria da Saúde informa que a consolidação de dados de 2019/2020 será feita no mês de novembro junto com o fechamento das informações do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.

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“A doença segue como uma das maiores preocupações do Estado”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto. Os números do ano epidemiológico ficaram altos altos, mas não significa que acabou. Existe uma epidemia de dengue e por isso a Secretaria da Saúde reforça o apelo para a que população fique atenta.

 

Via: Bem Paraná.

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