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CRIME

Homem invade bar, dá tiros e jovem atingido morre no hospital

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

Um jovem de 21 anos morreu após set atingido por tiros disparados por homem que invadiu um bar e disparou contra as pessoas que estavam no local. A ocorrência foi registrada na madrugada desta sexta-feira (25) em Curiúva e ainda deixou uma segunda pessoa ferida.

De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada para prestar atendimento a uma ocorrência onde uma pessoa havia sido atingida por tiros e estava ferida. Diante do chamado, os policiais foram ao endereço informado para averiguar a situação.

Chegando ao local, os policiais se depararam com um rapaz caído ao chão e inconsciente. A equipe de socorro esteve no local e prestou os primeiros atendimentos a vítima que chegou a ser encaminhada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e entrou em óbito.

Em contato com uma testemunha que disse estar junto com a vítima na hora do crime, a mesma relatou a polícia que eles estavam em um bar quando um homem invadiu o local e realizou os disparos. Ainda segundo ela, algumas pessoas fugiram pulando janelas, mas o rapaz não conseguiu deixar o local e acabou sendo alvejado. Diante do relato, os policiais foram até o referido bar e encontraram ao menos 12 capsulas calibre 380. O material foi recolhido e encaminhado a Polícia Civil.

Ainda durante o atendimento a ocorrência, a equipe foi informada sobre uma segunda vítima que também havia sido atingida e estava caída próxima ao bar. No local, foi constatado se tratar de um jovem, também de 21 anos, que havia sido atingido na região das nádegas. Diante da situação, a equipe de socorro do hospital foi acionada para prestar atendimento a vítima.

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Os policiais militares ainda realizaram diligências em busca do suspeito da autoria dos disparos, mas até o fechamento desta edição não foram divulgadas informações se o mesmo havia sido identificado ou localizado.

 

Informações: Informe Policial.

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Cidades

No dia da enfermagem, profissional fala sobre alegrias e tristezas de atuar na área da Saúde

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Foto. Divulgação.

Nesta terça-feira (12), comemora-se o Dia Mundial da Enfermagem, uma homenagem ao aniversário da britânica Florence Nightingale, considerada a mãe dessa profissão tão digna de honra que completaria 200 anos.

Para homenagear esses profissionais que têm arriscado suas vidas em época de pandemia, conversamos com a enfermeira e coordenadora de urgência e emergência do Pronto Socorro de Wenceslau Braz, Juliane Ribeiro Tamm. Ela que tem uma carreira longa, 18 anos de profissão, fala que desde que era criança já tinha vontade de exercer a profissão, uma vez que já realizava trabalhos comunitários junto com a família e até hoje não deixa o serviço voluntário de lado, ajudando na Casa de Acolhida Bom Samaritano.

Nesse mesmo local, há anos atrás no começo da sua carreira, se lembra de uma boa passagem em que fez o parto de uma mulher no meio de uma mata. “Lembro-me como se fosse hoje, a ambulância encalhou porque estava chovendo muito, me deram carona de moto e depois andei aproximadamente 3km. Foi exaustivo, mas totalmente gratificante em ajudar no trabalho de parto e ver a criança nascer. Nessa época não tinha nada ainda no espaço do Bom Samaritano, apenas uma casinha de madeira em que a mãe esperava pela nossa equipe”, conta Juliana Tamm.

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A profissão de enfermagem como todas as outras têm suas partes boas e ruins e, segundo a coordenadora, a parte que a motiva para continuar nesse trabalho é poder ajudar as pessoas na hora em que elas mais precisam. “Você é a luz no fim do túnel de alguém”. A parte negativa que marcou seu trabalho foi de um acidente de carro que envolveu uma mãe e seu filho de apenas 4 anos que não resistiu aos ferimentos, vindo à óbito. “Para ser enfermeiro tem que ser por amor, porque sempre tem o lado negativo, como nesse exemplo do menino de 4 anos que faleceu. Eu recomendo para as pessoas que estudem enfermagem e sigam a profissão, mas que façam por amor mesmo. Inclusive minha filha quer ser enfermeira e eu recomendo. Tenho esse orgulho dela querer seguir a mesma carreira que a minha”, relata a coordenadora.

Juliana termina a conversa contando que a correria na profissão é algo que se acostuma, que sempre está fazendo cursos para se atualizar, e que a família se acostuma com a rotina e acaba entendendo as ausências.

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A Folha Extra deseja a todos os profissionais de Enfermagem parabéns pelo seu dia e pelo amor, compromisso e dedicação empenhados ao cuidado com o próximo.

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