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POPULAÇÃO PREOCUPADA

Proliferação de escorpiões deixa Wenceslau Braz em alerta outra vez

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Escorpião da espécie amarela encontrado na vila Olho D'água em Wenceslau Braz - Foto Arquivo Folha Extra

Polícia Militar encontrou quatro animais dentro da sede da corporação apenas este ano

Com o alerta ligado após um registro de morte em Wenceslau Braz em 2018, a Vigilância Sanitária, desde então, intensificou o combate de animais peçonhentos por toda cidade, entretanto, os bichos voltam a aparecer em residências da área central inclusive em estabelecimentos comerciais.

Na sede da 2ª Cia da Polícia Militar, localizada no centro da cidade, apenas este ano já foram encontrados quatro escorpiões da espécie amarela, uma das mais perigosas e letais, de acordo com os dados da Fiocruz.

“Ano passado encontramos alguns, este ano não foi diferente e encontramos escorpiões em janeiro e fevereiro, mas a partir de março resolvemos fazer encaminhamento via ofício documental de todo animal peçonhento encontrado aqui”, disse Marco Aurélio, sargento da corporação continuando, “estamos com o processo de dedetização em dia e acreditamos que esses bichos sobem da rede de esgoto ou de prédios antigos que existem próximos daqui”, completou.


Animal da espécie amarela encontrado nesta terça-feira 02) na sede da Cia de Polícia, no centro de Wenceslau Braz – Foto Divulgação

Em março deste ano, do outro lado da rua da corporação policial, também foram capturados mais de quatro escorpiões amarelos no maior colégio da cidade, o CESP – Colégio Doutor Sebastião Paraná. A escola chegou a fechar parcialmente por uma semana para trabalhos de dedetização, inclusive de salas de aula.

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Em outubro de 2018 um morador da cidade morreu pela picada do animal. O paciente foi atendido no município e transportado para Jacarezinho pelo Samu, onde recebeu o soro antiveneno, mas apesar de toda assistência prestada acabou falecendo.

A reportagem mandou e-mail à Vigilância Sanitária para saber quais ações estão sendo tomadas diante da proliferação do inseto, mas até o fechamento desta matéria não obteve retorno.

A questão, no entanto, não é exclusividade de Wenceslau Braz, no período de 2007 a 2019, a 19ª Regional registrou mais de três mil acidentes com animais peçonhentos, destes, cerca de 800 foram decorrentes de picadas de escorpiões.

CUIDADOS

Diante da situação, agentes de Vigilâncias Sanitárias da região estão orientando os moradores sobre os cuidados que podem diminuir a reprodução desses animais. Uma das dicas para evitar acidentes, principalmente em épocas de chuva e calor, é não acumular entulhos e lixo, ambientes que facilitam o esconderijo e a proliferação desses bichos.

Espécie amarela, uma das mais perigosas e letais, de acordo com os dados da Fiocruz

Dez dos 22 municípios atendidos pela 19ª Regional já registraram casos envolvendo animais peçonhentos e o número de pacientes que precisaram de soro é muito baixo, isto é um dos fatos que fazem com que o soro fique concentrado somente em Jacarezinho.

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Cidades

Paraná vê pior ano epidemiológico em casos e mortes por dengue

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

A Secretaria de Estado da Saúde finaliza o período sazonal 2019/2020 de monitoramento da dengue com a publicação de boletim epidemiológico, nesta terça-feira (14). O Estado fecha o ciclo de 12 meses com 227.724 casos e 177 mortes confirmadas. Foi o pior ano em se tratando de casos e mortes no Estado.

O acompanhamento de julho 2019 a julho 2020 publicou 43 boletins epidemiológicos, com registros de casos confirmados, notificados, óbitos e análises sobre os índices da doença nas regiões e cada município do Estado.

Até ontem, 244 cidades estavam em situação de epidemia e 31 em alerta para a dengue. O informe mostra que 22.700 casos seguem em investigação.
Em relação aos óbitos por dengue o aumento em relação ao boletim do período anterior é de cerca de 80%. Entre 2018/2019 foram 22 óbitos e agora são 177 mortes provocadas por dengue.

Desde o início do período, a Secretaria da Saúde já alertava para a possibilidade de aumento expressivo de casos devido ao novo sorotipo da doença, o Den-2, que até então não circulava no Estado. O fluxo do subtipo diferente fez com que as pessoas infectadas evoluíssem para formas mais graves da dengue.


Apesar do encerramento do período sazonal, a Secretaria da Saúde informa que a consolidação de dados de 2019/2020 será feita no mês de novembro junto com o fechamento das informações do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.

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“A doença segue como uma das maiores preocupações do Estado”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto. Os números do ano epidemiológico ficaram altos altos, mas não significa que acabou. Existe uma epidemia de dengue e por isso a Secretaria da Saúde reforça o apelo para a que população fique atenta.

 

Via: Bem Paraná.

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