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Prefeita sanciona lei que autoriza criação Conselho Municipal de Direitos da Mulher

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

A Prefeita Nerilda Penna sancionou lei de autoria do poder executivo que autoriza a criação do Conselho Municipal de Direitos da Mulher. Órgão permanente, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, e que funcionará de maneira autônoma tendo por objetivo elaborar e promover, em todas as esferas da administração do Município de Arapoti, políticas públicas sob a ótica de gênero, para garantir a igualdade de oportunidades e de direitos entre homens e mulheres, assegurando à população feminina o pleno exercício de sua cidadania.

Publicada no Diário Oficial do dia dois de junho, a lei 2001 de 2020 configura um importante avanço institucional nas garantias da defesa e promoção de políticas públicas voltadas às mulheres. “Vivemos numa sociedade desigual, mulheres, por mais conquistas que tenham obtido através de sua luta histórica por igualdade, ainda não se encontram nas mesmas condições e direitos dos homens nos mais diversos aspectos da vida social, por isso, a importância da promoção de ações do estado visando promover essa justa equiparação. A existência do Conselho é uma ferramenta essencial para o alcance dessa meta”, justifica a Prefeita Nerilda Penna.

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Uma das idealizadoras do projeto, a Assistente Social Karen Cristina de Souza destaca o papel do conselho frente a demandas cada vez mais prementes na sociedade. “Devemos comemorar a criação Conselho e ter em mente os desafios que virão com ele, pois deve ser, além de um garantidor de direitos, um instrumento de transformação social, para que as mulheres tenham acesso a um tratamento justo por parte de toda a sociedade”, analisa.

Via: Assessoria.


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Cidades

Paraná vê pior ano epidemiológico em casos e mortes por dengue

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

A Secretaria de Estado da Saúde finaliza o período sazonal 2019/2020 de monitoramento da dengue com a publicação de boletim epidemiológico, nesta terça-feira (14). O Estado fecha o ciclo de 12 meses com 227.724 casos e 177 mortes confirmadas. Foi o pior ano em se tratando de casos e mortes no Estado.

O acompanhamento de julho 2019 a julho 2020 publicou 43 boletins epidemiológicos, com registros de casos confirmados, notificados, óbitos e análises sobre os índices da doença nas regiões e cada município do Estado.

Até ontem, 244 cidades estavam em situação de epidemia e 31 em alerta para a dengue. O informe mostra que 22.700 casos seguem em investigação.
Em relação aos óbitos por dengue o aumento em relação ao boletim do período anterior é de cerca de 80%. Entre 2018/2019 foram 22 óbitos e agora são 177 mortes provocadas por dengue.

Desde o início do período, a Secretaria da Saúde já alertava para a possibilidade de aumento expressivo de casos devido ao novo sorotipo da doença, o Den-2, que até então não circulava no Estado. O fluxo do subtipo diferente fez com que as pessoas infectadas evoluíssem para formas mais graves da dengue.


Apesar do encerramento do período sazonal, a Secretaria da Saúde informa que a consolidação de dados de 2019/2020 será feita no mês de novembro junto com o fechamento das informações do Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.

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“A doença segue como uma das maiores preocupações do Estado”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto. Os números do ano epidemiológico ficaram altos altos, mas não significa que acabou. Existe uma epidemia de dengue e por isso a Secretaria da Saúde reforça o apelo para a que população fique atenta.

 

Via: Bem Paraná.

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