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“Barbie” de Arapoti revela como enfrentou doença grave

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Diferente do que muita gente pensa, o câncer de mama não acomete só quem tem histórico da doença na família, nem tão somente, mulheres com mais de 40 anos, protagonistas do grupo de risco.

Segundo dados da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, 25% dos casos de câncer em mulheres, são de mama, tipologia que ocupa o primeiro lugar em morte de mulheres que sofrem de algum tipo de câncer. Ou seja, pode-se considerar uma patologia altamente perigosa, uma doença mortal.

Fora de todos os grupos propensos à doença, estava Kely Souza, de 38 anos, que descobriu um carcinoma invasivo na mama em julho de 2017. A notícia abalou a mulher que se mostrava ao mundo dentro de uma figura adornada de muita simpatia e detalhes em rosa, conhecida como a Barbie de Arapoti.

A jovem de origem pobre, que havia recentemente realizado o sonho de participar de vários programas de televisão que divulgaram a famosa Casa Rosa, projeto de recicláveis no qual trabalhou por dez anos, se via diante de um momento crucial em sua vida.

Ela conta que, após sofrer um pequeno acidente que causou uma lesão em seu seio esquerdo, foi encaminhada pelo médico para realizar exames de mamografia e biópsia, o resultado não deixou dúvidas na equipe médica. “Foi um baque pra mim, eu nunca imaginava que teria câncer, levava uma vida saudável, alimentação regrada, não comia carne há anos, além de ter amamentado normalmente meus dois filhos. Era inexplicável, mas a doença estava ali e só dependia de como eu iria encará-la”, relembra.

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#Clique abaixo para ver o vídeo 

“Kely Barbie”, como é chamada, conta que a princípio renegou o câncer, pensava nos impactos que o tratamento traria para seu corpo. “Com o tempo fui assimilando e vendo que não teria jeito, e que qualquer mudança que a quimioterapia trouxesse ao meu corpo, seria insignificante se o tratamento me curasse daquela doença e me desse uma nova chance”, conta.

Após inúmeras sessões e uma coleção de amizades que fez no hospital onde realizou todos os procedimentos, ela não hesita em declarar que o carinho foi um ingrediente essencial na sua cura.

“A maneira como as pessoas me tratavam, me atendiam, cada abraço, cada gesto de carinho, me mostrou que quando você está diante de uma doença dessas, nada mais importa, apenas a forma como você trata as pessoas e é tratado. O câncer não escolhe classe social, idade, nem estilo de vida, mas quando travamos uma luta contra ele, é preciso ser forte”

“Vi muitas pessoas perderem a batalha para a doença, às vezes eu chegava para a quimio e aquela pessoa que ia no mesmo horário não aparecia. Eu só perguntei para as enfermeiras na primeira vez, nas outras vezes eu já sabia, que aquelas companheiras não conseguiram vencer a luta”, conta emocionada.

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Quase um ano depois, a artista plástica teve alta do tratamento que lhe custou a retirada dos dois seios. “A questão é que o câncer trata tudo em você, não só a saúde. Quando a decisão de realizar uma mastectomia radical, retirada total das mamas, surgiu eu não pensei duas vezes, minha saúde passou a ser mais importante que qualquer vaidade, é uma das lições que o câncer te dá”

A reportagem finalizou a visita fazendo uma relação entre a cor da casa e as tradicionais campanhas contra o câncer de mama. “Hoje, mais do que nunca, minha casa levanta a bandeira de prevenção e cuidados com as mulheres que encontram forças incompreensíveis para lutar contra essa doença”, finaliza.

 

*Deslize para o lado para ver mais fotos da Barbie de Arapoti e de sua residência totalmente rosa —–>

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Máscaras de tecido inapropriado podem causar tontura e dor de cabeça

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Ao comprar ou confeccionar em casa uma máscara de proteção as pessoas devem tomar alguns cuidados, tanto com o tecido quanto com o tamanho da mesma.

Pedro Compasso, pneumologista no Super Dr. Saúde Integrada, em Ponta Grossa (PR), explica que algumas pessoas relatam dores de cabeça e tonturas devido ao uso prolongado da máscara de contenção. No entanto, esses sintomas neurológicos podem estar relacionados ao tecido da máscara, o qual “precisa evitar a projeção de partículas, mas não prejudicar a respiração”, afirma.
Segundo o médico, as máscaras impermeáveis e de tecidos muito grosso não permitirão a ventilação, a passagem do ar, o que seria o mesmo que a pessoa respirar dentro de uma câmera fechada.

“Essa concentração mais alta de gás carbônico que a própria pessoa fica jogando na máscara pode sim resultar em sintomas no corpo e sinais neurológicos, como tontura e dor de cabeça. Por isso, é importante que a máscara caseira seja de tecidos como TNT, tricoline e algodão, além de ser ajustável ao formato do rosto, cobrindo totalmente a boca e o nariz”, alerta.

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Outra recomendação é que a máscara de tecido seja trocada a cada duas horas, evitando a umidade da mesma. No momento de troca é importante não colocar as mãos no meio da máscara, já que o tecido pode estar contaminado. É preciso puxar pelos elásticos que envolvem as orelhas.
Em relação ao uso em crianças, o médico observa que a recomendação da APP (Academia Americana de Pediatria) é para que a máscara não seja utilizada em menores de dois anos de idade.

“O uso de máscaras em bebês menores de dois anos pode fazer com que os pequenos tenham dificuldades para respirar, pois eles contam com vias aéreas menores. O uso pode até mesmo levar ao sufocamento e ao estrangulamento. A orientação é evitar sair de casa com as crianças”, finaliza o especialista.

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