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CBF e Nike apresentam novo uniforme da seleção para a Copa da Rússia

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Daniel Alves e Marquinhos deram o “spoiler” na véspera, mas agora é oficial: a Seleção já tem roupa para buscar o hexa na Rússia. A CBF e a Nike divulgaram na manhã desta quarta-feira (21) os uniformes que o Brasil usará na Copa do Mundo, em ação promocional com Neymar, Philippe Coutinho, Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Paulinho. A camisa titular terá um amarelo vibrante, com golas verdes, e vai estrear no amistoso de semana que vem com a Alemanha. A reserva, azul como de hábito, vai ser usada pela primeira vez no duelo da próxima sexta-feira com a Rússia em Moscou.

“Essa brasileiragem vem muito antes de a gente imaginar que iria existir o futebol. Vem de sangue, cultura, música, depois do futebol, vem da nossa alegria, das nossas inspirações também. Creio que tudo faz parte dessa brasileiragem. O brasileiro é movido a se adaptar, a improvisos. A gente vê dentro de campo. É movido a música, é movido a alegria. Acho que por toda a energia que o brasileiro tem, acaba tendo esse algo a mais dentro de campo”, disse Marquinhos, no lançamento.

 

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No uniforme principal da Seleção, a Nike informou que o tom da cor, o mais vibrante das últimas duas décadas, foi batizado de Ouro Samba, numa inspiração que vem dos meados de 1970, época do tricampeonato mundial. Atrás da nuca, há ainda uma faixa vertical na gola, trazendo o azul de volta à camisa principal depois de 50 anos.

 

“Comparamos todos os tons de amarelo à cor exata usada em 70. Aquele foi o primeiro torneio mundial transmitido a cores pela televisão. O amarelo vivo e brilhante dos brasileiros era uma representação visual do modo de jogar daquela equipe. Aquele foi um dos momentos mais importantes da história do futebol e trouxemos essa mesma energia para a coleção 2018 da Seleção Brasileira”, disse o Diretor Sênior de Design para Vestuário da Nike Futebol, Pete Hoppins.

 

Já a camisa azul recebeu o título de Azul Celestial e tem uma marca d’água, em estampa de mosaico, formada por estrelas que partem do escudo. A Nike diz que o objetivo fazer referência à Copa de 58, ano do primeiro título mundial, na Suécia, onde o azul foi adotado oficialmente como a segunda cor da Seleção, e a primeira estrela no peito. Como novidade, os números voltam a ter a cor amarela.

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Fórmula 1 vai evitar países com sistemas de saúde debilitados e insuficientes

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A Fórmula 1 vai evitar ir a países com sistemas de saúde debilitados em razão da pandemia do novo coronavírus e incapazes de garantir a segurança das pessoas, assegurou o austríaco Alexander Wurz, presidente da Associação dos Pilotos de Grande Prêmio (GPDA, na sigla em inglês).

“Não iremos a países onde a crise da saúde seja tão grave que não haja capacidade suficiente em seu sistema médico”, enfatizou Wurz, em entrevista ao “Vodcast” da emissora Sky Sports.

O representante dos pilotos participou de uma reunião via videoconferência com o chefão da Fórmula 1, Chase Carey, e o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt, em que foram discutidas maneiras de minimizar os ricos de contágio durante a temporada, que ainda está para ser iniciada.

“Não houve negociação, apenas debate para contribuir com ideias a fim de certificarmos que possamos retornar o mais breve possível e, acima de tudo, da maneira mais segura. Jean Todt e Chase Carey deixaram isso bem claro”, afirmou o ex-piloto.

Wurz garantiu que a Fórmula 1 se tornou uma “indústria extremamente segura” após as mortes do austríaco Roland Ratzenberger, durante treino classificatório para o GP de San Marino de 1994, e de Ayrton Senna, na corrida no dia seguinte. No entanto, agora, com o coronavírus, os planos terão de ser repensados para assegurar a segurança de todos os envolvidos.

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“Todos, os mecânicos, os líderes de equipe, os comissários estão acostumados a seguir protocolos de segurança muito rigorosos. E isso funcionou fantasticamente durante as últimas três décadas. O automobilismo, sem redução de desempenho, tornou-se extremamente seguro”, analisou.

A temporada da Fórmula 1, cujo início foi adiado em razão da pandemia do novo coronavírus, está programada para começar em julho, com o GP da Áustria como corrida inaugural. A pandemia afetou até o momento dez etapas do Mundial, entre cancelamentos e adiamentos. Uma das provas canceladas foi o GP da Austrália, que abriria a temporada.

A previsão, com o calendário reformado, é de realizar entre 15 e 18 corridas neste ano. O encerramento pode ser em dezembro, com as provas no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos.

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