Agronegócio

Agricultura investe R$ 130 milhões em programas sociais

Projetos visam garantir as necessidades nutricionais básicas das famílias, que envolvem questões de Saúde, Educação Alimentar, Proteção ao Meio Ambiente, Sustentabilidade, Abastecimento, entre outras

A Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento intensificou neste ano as ações de segurança alimentar e nutricional para atender as famílias que estão no campo, na cidade em situação de vulnerabilidade social e nutricional, que muitas vezes não têm acesso ao alimento.

Esse setor será ainda mais fortalecido em 2018, promete o secretário Norberto Ortigara. Os projetos em execução vão além das ações de estímulo à produção e geração de renda. Eles visam garantir as necessidades nutricionais básicas dessas famílias, que envolvem questões de Saúde, Educação Alimentar, Proteção ao Meio Ambiente, Sustentabilidade, Abastecimento, entre outras.

Estão sendo investidos cerca de R$ 130 milhões em programas como Leite das Crianças, Restaurantes Populares, Mais Renda no Campo, Modernização de Banco de Alimentos das Ceasas e Cozinhas Comunitárias. São iniciativas que ajudam a reduzir a pobreza e as desigualdades regionais e proporcionam acesso a alimentos de qualidade.

De acordo com a diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional, da Secretaria, Valéria Nitsche, outras ações foram executadas e serão fortalecidas no ano que vem. Entre elas, campanhas e cartilhas para divulgar o plano estadual de segurança alimentar e nutricional; alimentação saudável e soberania alimentar.

MAIS RENDA NO CAMPO

Trata-se de uma ação para promover a geração de renda e desenvolvimento, ampliar a produção e o acesso a alimentos diversificados e de qualidade e ainda reduzir a pobreza e desigualdades. O público beneficiário são produtores vinculados a cooperativas e associações de produtores rurais de 267 municípios.

Serão atendidos 56 projetos no valor total de R$ 9 milhões. A região que mais acessou esse programa foi Curitiba, com a apresentação de 13 projetos, seguida por Cascavel, com 7 projetos; Pato Branco com 6 projetos e Francisco Beltrão e Maringá, com 5 projetos cada um.

O projeto apoia a aquisição de material permanente, de consumo e assistência técnica para o fomento à produção orgânica, saneamento básico e proteção de fontes, preservação e recuperação ambiental, inovação tecnológica e boas práticas de produção até o limite de R$ 250 mil por cooperativa ou associação.