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Digitais podem ajudar polícia a identificar sequestradores de gerente bancário

Além disso, equipes trabalham em busca de imagens de sistemas de vigilância próximos ao local, além da confecção de retrato falado dos criminosos
Perícia na residência da família deve ajudar na identificação dos sequestradores (Imagem: Reprodução/Antônio de Picolli)

O gerente do Banco do Brasil, agência de Santo Antônio da Platina, viveu momentos de terror durante a noite desta quarta-feira (7) e madrugada da quinta-feira (8). Ele e a família tiveram a residência invadida por três criminosos armados que anunciaram o sequestro. Na manhã da quinta, a mulher do bancário teve de sacar R$ 200 mil para que o marido e uma filha fossem liberados pelos criminosos.

Agora, a Polícia Civil instaurou um inquérito que vai investigar o crime que envolveu Ricardo Figueiredo e sua família. O Grupo Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão) coordena as ações, pois tratasse de um crime de extorsão mediante sequestro.

A perícia já recolheu impressões digitais no imóvel da família, além de já terem sido confeccionados retratos falados dos suspeitos, já que eles agiram sem máscaras. Através desta ações, a polícia espera conseguir levantar a identidade dos sequestradores. As equipes já sabem que um GM/Celta, um Fiat/Palio e uma Toyota/Hilux, foram utilizados na fuga dos criminosos.

Além disso, através da perícia já foram identificadas na residência da família cerca de 30 evidencias papilocopistas. Também está sendo feito o levantamento de imagens de sistemas de vigilância próximos ao local que possam ajudar a visualizar a ação dos sequestradores.