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Em ‘O outro lado do paraíso’, Mariano vence a morte e desmascara a vilã no final

Ator falou sobre o personagem e adiantou o que pode com sua volta nos últimos capítulos
(Foto: Reprodução/Rede Globo)

Juliano Cazarré viu a cara da morte em “O outro lado do paraíso”. E ela estava viva! Só que a viagem mais temida pela humanidade não é páreo para Mariano. O garimperio não só continuou respirando após levar as quase sempre fatais tesouradas de Sophia (Marieta Severo) e ser enterrado a sete palmos do chão, como já se mostra cheio de força para desmascarar a ex-amante. Graças à incansável ajuda da Grande Mãe (Zezé Motta), ele irá ao tribunal depor contra a vilã no último capítulo da novela, que será exibido nesta sexta-feira (11). Intérprete da peça-chave na condenação da principal causadora do martírio vivido por Clara (Bianca Bin), o ator de 37 anos acredita que as dores de seu personagem não foram em vão:

"Todo mundo que chega muito perto da morte, que toma o susto que Mariano tomou, aprende alguma lição que carrega para o resto da vida. Talvez tudo isso sirva para ele alcançar a maturidade que ainda não tinha. Um encontro desses com a morte e com uma figura como a da Grande Mãe traz paz e sabedoria", declara.

Mariano errou, e Juliano não nega. Tanto que ele não defende um final feliz para o garimpeiro:

"Ele tentou roubar a esmeralda gigante de Sophia, traiu Lívia (Grazi Massafera) com ela, acabou se enrolando ao tentar chantageá-la e pagou um preço alto ao levar as tesouradas e quase morrer. Espero que Mariano aprenda a ser fiel, a não ser ganancioso, que volte ao garimpo para fazer o trabalho que ama. Que seja um bom marido para Lívia e um bom pai para o filho que eles vão ter. Essa segunda chance que a vida lhe dá é simbólica", comenta.

A experiência de quase morte do garimpeiro fez com que ele fosse comparado a um certo herói do cinema.

"Mariano é um pouco Highlander (o Guerreiro Imortal que protagonizou vários filmes) porque foi o único que sobreviveu às tesouradas. Provou que é minhoca da terra. Não adianta nem enterrar, que a terra é o ambiente dele", diz.

Cazarré só não corrobora com a brincadeira de que Mariano sobreviveu por ser um gato, animal conhecido por ter sete vidas:

"Se dependesse disso, já teria morrido", finaliza.