Paraná

Inverno será ameno e um pouco mais chuvoso, prevê Simepar

(Foto: Divulgação)

O inverno começa às 12h54 desta sexta-feira, 21 de junho, e termina às 04h50 de 23 de setembro. No primeiro dia o tempo fica estável no Paraná, com temperaturas variando entre 8 e 26 graus. As menores temperaturas ocorrem em Rio Negro, Pato Branco e União da Vitória. Já as maiores estão previstas para Guaíra, Umuarama, Paranavaí e Foz do Iguaçu.

Segundo a previsão do Simepar, a estação entra sem chuvas e ensolarada na maioria das regiões. Há condições para formação de nevoeiros ao amanhecer nas regiões Centro-Sul, Metropolitana de Curitiba e Campos Gerais. O tempo deve ficar encoberto em Guarapuava e Rio Negro e parcialmente nublado na capital, Litoral, nas regiões Central, Centro-Sul, Sul e Norte Pioneiro.

O sábado prossegue sem chuvas, com leve aumento das temperaturas. No domingo o sol deve predominar em todo o Estado, com temperaturas entre 8 e 27 ºC.

NO PERÍODO

Segundo o meteorologista do Simepar, Reinaldo Kneib, o inverno deve ser ameno, pois a temperatura média do ar deverá ficar acima do comportamento climatológico normal. Embora se caracterize como a estação mais seca, é provável que neste ano seja ligeiramente mais chuvoso, sobretudo em julho. Estão previstos períodos prolongados sem chuva quando predominarem massas de ar frio e seco. Ondas de calor devem ser mais frequentes em agosto e setembro.

O fenômeno El Niño continua influenciando o clima na Região Sul, reduzindo as chances de geadas. No entanto, deslocamentos eventuais de intensas massas de ar frio podem causar geadas e queda acentuada nas temperaturas, principalmente nas regiões Sul, Centro-Sul, Centro e Campos Gerais.

“Os produtores de café devem ficar atentos às previsões de geadas para adotarem medidas de proteção dos viveiros e das mudas de até seis meses”, diz a agrometeorologista Ângela Costa, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). O mesmo deve ser feito com as hortaliças. “Já o trigo e o milho devem desenvolver-se normalmente, atingindo boa produtividade”, afirma a pesquisadora.