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Norte Pioneiro tem geração de 1,3 mil novas vagas de emprego em 2017

De acordo com dados do Caged, região não só manteve o número de pessoas empregadas como ainda criou oportunidades para inserção no mercado de trabalho
Comércio foi o setor que mais empregou em 2017 (Imagem ilustrativa)

A população da região do Norte Pioneiro têm motivos para comemorar, principalmente aqueles que entraram em 2018 procurando uma oportunidade no mercado de trabalho, pois, caso se mantenham os índices de 2017 apresentados pelo Caged (Cadastro Geral de Desempregados), o ano tende a ser promissor na geração de empregos.

De acordo com o Caged, os municípios que fazem parte da Amunorpi (Associação dos Municípios do Norte Pioneiro) geraram, juntos, 1.356 novas vagas de emprego com carteira assinada durante o ano de 2017. Esse número é o resultado da balança entre contratações e demissões que, na região, se mostrou positiva.

Dos 26 municípios que fazem parte da região, Joaquim Távora e Santo Antônio da Platina foram os que mais se destacaram. Juntas, as duas cidades foram responsáveis por 48% do total de vagas geradas no período.

Em Joaquim Távora, foram geradas 366 novas vagas, mas, quem pensou que isso está relacionado ao frigorifico se engana. Assim como em outras cidades, o setor que mais gerou contratações foi o de serviços, tendo como principal fonte de geração de empregos o comércio.

Em Santo Antônio da Platina foram gerados 293 novas vagas, seguida por Siqueira Campos com 239, Ribeirão Claro com 180 e Jacarezinho com 156 novos empregados com carteira assinada. Nestas cidades, os setores que mais geraram contratações foram a indústria e o setor de comunicações.

Já no cenário estadual, o Paraná demonstrou recuperação em 2017 com relação ao ano anterior. Em 2016, o Caged apontou que o Estado registrou 59,4 mil demissões, enquanto em 2017 o resultado foi de 7.740 contratações com carteira assinada.  

Com relação ao cenário nacional, este ainda é preocupante. Em todo o país o saldo da balança contratações x demissões continua negativo com 123,4 mil trabalhadores que perderam seus empregos. Ainda assim, o número é melhor do que os resultados de 2016, quando o ano fechou com 1,3 milhões de pessoas que ficaram desempregadas.

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