Política

Um Paraná de novos investimentos e mais empregos

(Foto: Aen)

 

Quase 60 mil novos empregos com carteira assinada e R$ 18 bilhões em novos investimentos produtivos, que devem gerar mais 14 mil vagas de trabalho no médio prazo. Estes números marcaram os 300 dias de gestão do governador Carlos Massa Ratinho Junior e revelam a prioridade em criar no Estado um ambiente econômico que permita maior geração de oportunidades de trabalho e renda para os paranaenses.

A marca de 300 dias de gestão foi celebrada em Foz do Iguaçu nesta semana, num encontro que reuniu prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, deputados e a equipe de gestão de Ratinho Junior. O encontro Governo 5.0 mostrou um balanço dos primeiros meses da administração e apontou os rumos que o Estado deve seguir.
No primeiro ano, Ratinho Junior colocou em prática programas voltados a vencer as barreiras da crise econômica e seus reflexos sociais, diminuiu a máquina pública, desburocratizou processos para facilitar a vida do empreendedor, lançou iniciativas para encurtar distâncias e elaborou um plano para remodelar a infraestrutura.

Nosso governo atua para resolver questões que afetam o Paraná de hoje, mas também tem um olhar para o futuro. Para as próximas décadas”

“Nosso governo atua para resolver questões que afetam o Paraná de hoje, mas também tem um olhar para o futuro. Para as próximas décadas”, afirma o governador, ressaltando que um dos desafios neste primeiro momento foi vencer as dificuldades impostas pela queda de receitas.
Os obstáculos, contudo, não desanimam o governador, que também aposta no potencial da indústria do turismo para movimentar a economia paranaense. “É um setor que dá respostas rápidas e temos atrações diversificadas para trazer cada vez mais turistas ao Paraná, em todas as regiões”, afirma.
O Paraná está entre as cinco maiores economias do Brasil, tem quase 12 milhões de habitantes, é campeão em algumas culturas do agronegócio, tem cooperativas de renome internacional e empresas públicas de saneamento e energia com potenciais inestimáveis.
Para elevar a competitividade, o governo optou por incentivar a transformação tecnológica, estabeleceu um ecossistema integrado de inovação e está estimulando o desenvolvimento de startups, além de criar uma rede de parques tecnológicos. Também criou o Banco de Projetos Executivos, um legado para as próximas administrações.
“Em parceria com a iniciativa privada e as cooperativas, começamos a agregar mais valor na produção agrícola, fomentar a instalação de mais indústrias e conectar o Paraná às principais iniciativas do mundo. Pensar diferente para fazer diferente é o que nos move”, frisou Ratinho Junior.
Ele também determinou mais investimentos das empresas públicas no próprio Estado. Com isso, a Copel fará o maior programa de modernização do sistema elétrico no campo, chamado Paraná Trifásico. São R$ 2,1 bilhões para troca da rede até 2025. O Porto de Paranaguá investe R$ 611 milhões, a Sanepar R$ 470 milhões e a Cohapar R$ 587 milhões.

Ajustamos a máquina pública para que ela caiba dentro de um contexto 5.0, totalmente digital, menos onerosa e mais prática”, reforçou o governador. “Deixamos esse panorama ainda mais claro com as reformas administrativas e com o diálogo franco com os servidores e a sociedade”

GESTÃO

Segundo Ratinho Junior, a base administrativa do Estado é um tripé que contempla gestão eficiente, projetos estruturantes e um olhar social. Essa forma de administrar pressupõe uma máquina pública mais rápida e acessível. “Ajustamos a máquina pública para que ela caiba dentro de um contexto 5.0, totalmente digital, menos onerosa e mais prática”, reforçou o governador. “Deixamos esse panorama ainda mais claro com as reformas administrativas e com o diálogo franco com os servidores e a sociedade”.
São iniciativas desse modelo o congelamento dos salários do primeiro escalão, a devolução do jato que atendia o Executivo, o fim das aposentadorias dos ex-governadores e das licenças-prêmio, a revisão dos contratos e a instituição de uma política de integridade por lei. O Governo do Estado também criou um fundo de Combate à Corrupção e outro de estímulo ao Trabalho, que garantem recursos para transformar maus feitos em novos empregos.
“Nos preparamos para dar respostas para os paranaenses. Teremos condomínios para idosos, hospitais regionais fortes e planejamos investimentos pesados nos nossos parques e no nosso Litoral. Eram demandas represadas que precisavam de um novo olhar”, acrescentou Ratinho Junior. “Vamos eliminar os bolsões de pobreza e acelerar o desenvolvimento de regiões ainda acanhadas”.
O governador citou ainda um programa inédito de inteligência artificial (PIÁ) para consulta a mais de 280 serviços por parte da população, aplicativos para facilitar a vida dos trabalhadores autônomos e as doações a instituições de caridade, um site para orientar o turismo (www.viajeparana.pr.gov.br) e parcerias com a Microsotf para acelerar modelos de gestão interna e da educação.

INFRAESTRUTURA

Ratinho Junior defende que o Paraná é o “umbigo” da América do Sul e tem totais condições de se transformar no principal hub logístico da região que concentra 70% do PIB sulamericano. Para isso, estabeleceu as bases para saltos maiores da infraestrutura estadual.
No modal rodoviário foi destravado um pacote bilionário de revitalização, lançado o novo Anel de Integração, com 4,1 mil quilômetros e perspectiva de pedágios mais baratos e corredores integrados, e um Banco de Projetos Executivos para o desenvolvimento a médio prazo. Também foi iniciada a construção da segunda ponte de Foz do Iguaçu, que possibilitará maior controle sobre a fronteira.
No modal aéreo, o Estado passou a ter o maior programa (Voe Paraná) de aviação regional da Gol no Brasil e o número de voos da Latam e da Azul aumentou em mais de 30% neste ano. São pelo menos 20 cidades com voos semanais para a capital e qualquer lugar do País e do mundo.
No modal ferroviário, foram efetivados os estudos de viabilidade da nova ferrovia (Paranaguá a Maracaju [MS]) e ao Ramal Ferroviário Cascavel-Foz do Iguaçu, também em parceria com o governo federal.
Os portos de Paranaguá e Antonina passaram a ter autonomia absoluta para gerir áreas concedidas (única delegação dessa escala no País) e o Paraná passou a abrigar o maior terminal para movimentação de contêineres do País. “Os Portos do Paraná agora também olham para a cidade, com investimentos já planejados em projetos que vão melhorar o tráfego, o turismo e a geração de negócios”, disse Ratinho Junior.
PPP - O Governo do Estado também apresentou as primeiras iniciativas do programa de parcerias público-privadas. A iniciativa prevê a construção de uma penitenciária industrial e implantação e administração de pátios de veículos que atualmente são geridos pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran).
“As PPPs vão dar novo fôlego a gestões que estão totalmente ultrapassadas como a penitenciária e os pátios veiculares. Elas ajudarão a resolver a superlotação nos presídios e darão cabo a despesas públicas desnecessárias em várias áreas, numa visão a médio prazo de um Estado mais organizado, efetivo e estruturado”, completou o governador.

OLHAR SOCIAL

Segundo Ratinho Junior, esse Paraná ágil, rápido e voltado ao crescimento econômico precisa de uma melhora substancial nos indicadores sociais. “Sob essa perspectiva imprimimos em cada área um conjunto de iniciativas que propõe soluções para os problemas emergenciais e sinais inteligentes para o futuro”, disse.
Na Educação, o Governo retomou contratos parados há muitos anos e entregou 207 reformas. Criou o Escola Segura e também modernizou a gestão pedagógica com o Prova Paraná, Presente na Escola, Educa Juntos e o Tutoria Pedagógica, além da possibilidade de intercâmbios de alunos já a partir do ano que vem – esse projeto tramita na Assembleia Legislativa.
Na Saúde, os recursos para os consórcios municipais foram dobrados, os hospitais de referência reequipados para zerar as filas de cirurgias e as obras dos hospitais regionais foram colocadas em dia.
Também houve conquistas relevantes na Segurança Pública. A integração das forças estaduais e a parceria com o governo federal diminuíram os roubos (-18%) e assassinatos (-20%) no primeiro semestre. Mais de 50% das cidades do Paraná não registraram homicídios no período.