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Diretoria recebe escritura do terreno do Hospital do Câncer de Londrina unidade do Norte Pioneiro

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Foto. Reprodução/Np Diário.

Área de 6,5 mil metros quadrados fica ao lado da antiga Unidade de Pronto Atendimento em Santo Antônio da Platina

 

A Diretoria do Instituto do Câncer de Londrina recebeu, nesta terça-feira (22) o documento com a escritura definitiva do terreno que abriga a Unidade do Hospital do Câncer no Norte Pioneiro, situada no município de Santo Antônio da Platina.

A cerimônia simbólica contou com a presença da diretora de ações estratégicas do ICL, Mara Rossival Fernandes, do administrador geral Edmilson da Silva Garcia, e da coordenadora do departamento de campanhas, voluntariado e captação de recursos Iracema Fabian. O presidente da instituição, Francisco Ontivero, não pode estar presente no ato devido a pandemia da Covid-19.

O terreno composto por uma área de 6,5 mil metros quadrados está situado ao lado da antiga Unidade de Pronto Atendimento e foi doado ao Hospital do Câncer e Londrina para comportar a unidade do HCL na região do Norte Pioneiro. A expectativa é que o local possa beneficiar moradores dos municípios da região que terão acesso a atendimento mais próximos de suas cidades.

O terreno foi cedido ao Hospital do Câncer por meio de projeto de Lei apresentado pelo Poder Executivo municipal e aprovado pela Câmara de Vereadores após debates realizados em audiências públicas junto a autoridades e a população em geral.

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Ainda segundo a diretoria do ICL, a expectativa é que o local comece a realizar os primeiros atendimentos quando a situação da pandemia da Covid-19 estiver controlada. Assim, serão disponibilizadas, de maneira gratuita, a realização de orientações, prevenção e diagnósticos de câncer visando evitar que a descoberta precoce colabore para que a doença não se desenvolva em sua forma mais grave e letal.

 

Informações: NP Diário.

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Fiscalização da velocidade de veículos em rodovias tem novas normas. Veja como fica

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

A partir de 1º de novembro, entram em vigor os requisitos técnicos mínimos para a fiscalização da velocidade de veículos automotores, elétricos, reboques e semirreboques definidos pela Resolução Nº 798, publicada em setembro pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Com as medidas, o Contran, órgão vinculado ao Ministério da Infraestrutura, pretende privilegiar o caráter educativo, em vez do meramente punitivo, em suas fiscalizações ostensivas no trânsito.

A Resolução 798 apresenta regras e critérios técnicos para instalação e uso de radares fixos ou portáteis, de forma a evitar que sejam instalados em locais pouco visíveis. A norma determina que os locais em que houver fiscalização de excesso de velocidade por meio de medidores do tipo fixo sejam precedidos de sinalização, de forma a garantir a segurança viária e informar, aos condutores, a velocidade máxima permitida para o local.

Segundo o presidente do Contran e diretor-geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Frederico Carneiro, o propósito das mudanças é fazer com que o condutor seja alertado do limite de velocidade da via, perceba os riscos, reduza a velocidade do veículo e, com isso, reduza as chances de sofrer acidentes.

“O que se pretende é fazer com que os limites de velocidade sejam obedecidos em vez de simplesmente multar o condutor. A fiscalização ostensiva e educativa fortalece medidas preventivas e de segurança, evitando violações de normas”, acrescentou Carneiro, em e-mail enviado à Agência Brasil.

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Entre as mudanças implementadas estão também a proibição do uso de equipamentos sem dispositivo registrador de imagem; a restrição do uso do radar do tipo fixo redutor em trechos críticos e de vulnerabilidade de usuários da via, especialmente, pedestres, ciclistas e veículos não motorizados; e a publicação da relação dos trechos e locais aptos a serem fiscalizados nos sites da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via.

 

VIA: Agência Brasil.

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