conecte-se conosco


PANDEMIA

Estado ultrapassa 70 mil diagnósticos positivos de Covid-19

Publicados

em

Foto: Reprodução/Internet

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (29) 1.517 novas confirmações e 71 mortes pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 70.155 diagnósticos positivos e 1.792 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

 

INTERNADOS

1.273 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados hoje (quarta-feira). 984 pacientes estão em leitos SUS (428 em UTI e 556 em leitos clínicos/enfermaria) e 289 em leitos da rede particular (110 em UTI e 179 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 973 pacientes internados, 448 em leitos UTI e 525 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

 

MORTES

Boletim confirma a morte de 71 pacientes. Todos estavam internados. São 35 mulheres e 36 homens, com idades que variam de 28 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 27 de junho a 29 de julho. Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (19), Maringá (6), Londrina (3), Fazenda Rio Grande (3), Umuarama (2), São Miguel do Iguaçu (2), São José dos Pinhais (2), Colombo (2), além de um óbito em cada um dos seguintes municípios: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Apucarana, Arapongas, Araucária, Centenário do Sul, Cerro Azul, Floraí, Floresta, Foz do Iguaçu, Itaipulândia, Itambé, Lapa, Mandirituba, Medianeira, Nossa Senhora das Graças, Ortigueira, Paiçandu, Paranaguá, Pato Branco, Pérola, Piraquara, Porecatu, Rio Branco do Sul, São João do Ivaí, São Mateus do Sul, Sarandi, Siqueira Campos, Tabejara, Telêmaco Borba, Toledo e Wenceslau Braz.

 

Leia Também:  Governo do Paraná e Rússia vão assinar acordo para fabricação de vacina contra coronavírus

FORA DO PARANÁ

O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 765 casos de residentes de fora. 22 pessoas morreram.

 

AJUSTES

Alteração de município. Um caso confirmado no dia 23/7 em Rosário do Ivaí foi transferido para Campo Largo.

Um caso confirmado no dia 21/7 em Foz do Iguaçu foi transferido para Itaipulândia.

Um caso confirmado no dia 27/7 em Tuneiras do Oeste foi transferido para Curitiba.

Dois casos confirmados no dia 25/7 em Arapuã foram transferidos para Londrina.

Um caso confirmado no dia 19/7 em Telêmaco Borba foi transferido para Ortigueira.

Um caso confirmado no dia 15/7 em São João do Ivaí foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado no dia 25/6 em Curitiba foi transferido para Piraquara.

Um caso confirmado no dia 26/7 em Palmas foi transferido para Abelardo Luz/SC.

Um caso confirmado no dia 16/7 em Palmas-PR foi transferido para Palmas/TO.

Um caso confirmado no dia 6/7 em Palmas-PR foi transferido para Pitanga.

Leia Também:  Aulas presenciais voltam em setembro no Paraná

Um caso confirmado no dia 5/7 em Palotina foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado no dia 7/7 em Maringá foi transferido para Rondon.

Um caso confirmado no dia 16/7 em Curitiba foi transferido para Mandirituba.

Um óbito confirmado no dia 26/7 em Almirante Tamandaré foi transferido para Curitiba.

 

EXCLUSÕES

Um caso confirmado no dia 30/4 em Umuarama foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 27/7 em Wenceslau Braz foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 27/7 na Lapa foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 9/6 em Cambé foi excluído por duplicidade de notificação.

COMENTE ABAIXO:

Internacional

Governo do Paraná e Rússia vão assinar acordo para fabricação de vacina contra coronavírus

Publicados

em

Foto: Reprodução/Internet

O Governo do Paraná anunciou que vai assinar um convênio com a estatal russa para produzir a vacina Sputnik V. O acordo prevê que o Paraná poderá fazer testes, produzir e distribuir a vacina.

A previsão é de que o convênio seja assinado pelo governador Ratinho Júnior (PSD) e o embaixador da Rússia, às 14h nesta quarta-feira (12).

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) será responsável por todas as etapas, desde a pesquisa até a distribuição das doses da vacina russa.

Ainda conforme o governo, o passo seguinte à assinatura do acordo é o compartilhamento do protocolo russo com a Anvisa, para que a agência brasileira libere a realização dos procedimentos necessários para os testes.

Jorge Callado, presidente do Tecpar, ressaltou que a pesquisa vai avançar conforme o compartilhamento as informações. Se tudo ocorrer dentro dos protocolos previstos, a distribuição não deve ocorrer antes do segundo semestre de 2021.

“Antes da liberação, não há possibilidade de colocar nada em prática. Reitero que a prudência e a segurança são palavras-chave nesse processo”, pontuou o presidente do Tecpar.

É importante essa assinatura para que essa condição de troca de informações comece, afirmou o presidente do Tecpar.

“Cada passo no seu momento adequado, não podemos queimar etapas”, disse

Vacina russa

Mesmo com o anúncio, especialistas internacionais questionam a pesquisa porque não há publicações científicas sobre sua eficácia.

Conforme registro no site da Organização Mundial de Saúde (OMS) do dia 31 de julho, sobre as vacinas para Covid-19 em desenvolvimento no mundo, a vacina russa ainda estava na fase 1 do processo. Para desenvolver uma imunização, são necessárias 3 etapas.

Leia Também:  Banco Central anuncia que lançará cédula de R$ 200

Nesta terça (11), a OMS comentou o anúncio da vacina russa. A entidade declarou que a Rússia “não precisa de sua aprovação” para registrar a vacina, e que precisará ter acesso aos dados da pesquisa para avaliar a eficácia e segurança da imunização para aprová-la.

Conforme as informações russas, o Brasil vai participar da fase 3 dos estudos clínicos, que tem previsão para começar na quarta-feira (12). Serão 2 mil participantes; além dos brasileiros, deve haver voluntários da própria Rússia, dos Emirados Árabes, da Arábia Saudita e do México.

Tratativas com o Paraná

No dia 24 de julho, o governo paranaense havia informado que a cooperação técnica com a Rússia estava em andamento.

O possível acordo foi tratado em uma reunião, em Brasília, entre o chefe da Casa Civil, Guto Silva, e o embaixador da Rússia no Brasil, Sergey Akopov.

Pesquisa no Tecpar

Ao anunciar a parceria com a Rússia, o presidente do Tecpar está otimista com a possibilidade de ter resultados positivos com a imunização. Contudo, o presidente do Instituto ressalta que a produção e distribuição serão pautadas pela segurança e prudência.

“É um laboratório de referência em termos internacionais. Após esse ajuste com o Governo da Rússia, as tratativas tecnológicas e científicas começam. É importante nos pautarmos com prudência, segurança e transparência dentro desse processo””, afirmou Jorge Callado.

Somente após a autorização da Anvisa, o governo do Paraná afirma que vai avançar para as próximas etapas do processo.

Leia Também:  A cada quatro horas e meia, há um incêndio às margens de rodovias no Paraná

“É algo muito preliminar. Não existe compromisso de produção firmado enquanto as etapas não forem validadas, não forem consolidadas e não forem liberadas pela Anvisa. É um começo de um intercâmbio de informações. Nós avançaremos se tivermos informações necessárias para tanto. Caso contrário, não”, pontuou o presidente do Tecpar.

Sobre a parceria entre o estado e o governo russo, Callado contou que o Tecpar foi procurado pela embaixada Russa porque o instituto é reconhecido pela inovação.

“Nós fomos procurados e, como instituto de tecnologia, nós temos que estar abertos, receptivos, para novas tecnologias. Mas, é claro, isso precisa ficar muito mais aprofundado, mais esclarecido”, afirmou.

Pesquisas

Ao todo, 165 vacinas contra a Covid-19 estão sendo pesquisadas em todo o mundo, segundo os dados da OMS no dia 31 de julho. Cinco dessas imunizações estão na fase final de testes em humanos (a fase 3).

No Brasil, há três vacinas sendo testadas contra a Covid-19.

Em julho, foi anunciado o início dos testes de uma vacina chinesa contra o novo coronavírus no Brasil. No Paraná, profissionais de saúde voluntários – público considerado mais exposto ao contágio – foram os primeiros a receber as doses da pesquisa chinesa.

Via: globo.com
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA

Aviso importante: A reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo (textos, imagens, infográficos, arquivos em flash, etc) do portal não é permitida e, caso se configure, poderá ser objeto de denúncia tanto nos mecanismos de busca quanto na esfera judicial. Se você possui um blog ou site e deseja estabelecer uma parceria para reproduzir nosso conteúdo, entre em contato por e-mail. Copyright © 2020