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Hospital Carolina Lupion pode receber gestantes do município de Sengés

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Os municípios de Jaguariaíva e Sengés discutiram na tarde de segunda-feira (13) a prestação de serviços pelo Hospital Municipal Carolina Lupion (HMCL) a pacientes sengeanas. O acordo foi específico para serviços de partos via SUS (Sistema Único de Saúde) à cidade vizinha que não possui maternidade.

A reunião sobre a pactuação ocorreu na Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Jaguariaíva, com a presença dos prefeitos de Jaguariaíva e Sengés, José Sloboda (Juca) e Nelson Pezinho, diretor da 3ª Regional de Saúde, Robson Xavier da Silva, secretárias municipais de Saúde Amália Cristina Alves (Jaguariaíva) e Jaqueline Nunes (Sengés), diretor do HMCL, Josias Zacharow Pedroso, secretários municipais Marlus Barbosa e Cleberton Bortoluzze, médicos, enfermeiras e técnicos.

Jaguariaíva será referência de Sengés apenas para gestantes de risco habitual. “As de alto risco devem ser encaminhadas para outros hospitais referenciados. Além disso, o pré-natal também continuará sendo feito na cidade de origem da paciente”, disse Amália, da Semus de Jaguariaíva. A secretária Jaqueline relatou que a média de encaminhamentos será de até 12 gestantes ao mês, acrescentando ainda que a melhoria vai contribuir no sistema de altas hospitalares em sua cidade.

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Diferente de hospitais da região, que inclusive suspenderam atendimentos, o HMCL atende a demanda local, registra sobra de leitos e tem capacidade para expansão. O prefeito José Sloboda destaca que, além de estender as mãos a um município vizinho, a intenção com a pactuação é melhorar a eficiência. “Como contrapartida a este serviço que vamos prestar devemos receber do Governo do Estado verbas para custeio, com expectativa também de recursos para os investimentos que precisamos fazer”, esclareceu.

 

Integralidade

A medida também vem ao encontro da perspectiva da Secretaria de Estado da Saúde, que deve atuar na integração de serviços, registrou Silva, diretor da 3ª Regional. Ele relatou que a ideia é que hospitais mais estruturados tenham apoio do SUS para contribuir com o atendimento de vazios assistenciais em microrregiões, além de desafogar outras estruturas hospitalares. “Nós não conseguiremos prover a assistência à saúde das pessoas se não trabalharmos de forma articulada, tanto nos Estados como nos Municípios”, disse.

Conforme o gestor regional, num segundo momento o HCML poderá ser referenciado para outras demandas de saúde. “Jaguariaíva tem localização estratégica, por isso queremos fortalecer esta unidade hospitalar, a fim de que possa atender melhor ainda os munícipes daqui e também apoiar aos de outras regiões. Este é um processo que estamos iniciando agora”, completa. Silva citou a possibilidade de ampliação de atendimentos de especialidades e cirurgias eletivas.

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O prefeito Nelson Pezinho comemorou a parceria com Jaguariaíva, que fica a menos de 50 quilômetros de Sengés, impactando na preservação da saúde de mães e nascituros. Ele observou que esta alteração vai beneficiar principalmente às moradoras da zona rural, que ficam mais tempo em deslocamento para hospitais de Castro e Ponta Grossa. Pezinho agradeceu à administração municipal jaguariaivense, que outra vez realiza um gesto humanitário. “Quando fomos atingidos pela chuva de granizo a Prefeitura de Jaguariaíva prontamente nos socorreu, com equipes e máquinas para colaborar na recuperação dos inúmeros danos sofridos pela população. Isso nós não podemos esquecer e mais uma vez deixamos nossos agradecimentos”, evidenciou.

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Nacional

Apreensão do celular de Bolsonaro teria ‘consequências imprevisíveis’, alerta general Heleno

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Por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, a Procuradoria-Geral da República (PGR) vai analisar a necessidade de busca e apreensão dos celulares do presidente Jair Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro. As medidas seriam parte da investigação sobre suposta interferência do ex-capitão na Polícia Federal.

Em resposta à possibilidade de apreensão do aparelho do presidente, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, publicou uma “Nota à Nação Brasileira” em seu perfil oficial do Twitter. Nela, Heleno chama a medida ainda não concretizada de “afronta à autoridade máxima do Poder Executivo” e “interferência de outro Poder na privacidade do presidente da República e na segurança institucional do país”.

O general ainda “alerta”, em ameaça dirigida aos outros poderes institucionais – o Judiciário e o Legislativo – que tal apreensão poderia ter “consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”.

O encaminhamento do pedido à PGR, encabeçada pelo procurador Augusto Aras, foi um trâmite meramente burocrático. A análise da investigação sobre possível interferência na Polícia Federal, e a primeira manifestação sobre necessidade de busca e apreensão aos pertences de Bolsonaro, será de Aras. Apenas depois da decisão do procurador, o ministro do STF se manifestará.

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Fonte: Jornal O Metro

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