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Herdeiro do trono britânico, Príncipe Charles está com coronavírus

Aos 71 anos de idade, Duque de Gales pertence ao grupo de risco ; esposa do nobre, a Duquesa da Cornuália não está com Covid-19

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Foto: Reprodução Twitter

A Clarence House confirmou, nesta quarta-feira (25), que o Príncipe Charles, de 71 anos, está infectado pelo novo coronavírus. O nobre é o filho mais velho da Rainha Elizabeth II e, por direito, herdeiro do trono britânico.

“O Príncipe Charles foi testado positivamente para o coronavírus “, publicou a Clarence House, nome do palácio onde vive o nobre, nas redes sociais. Sua mulher, Camila, a Duquesa da Cornualha, não tem Covid-19.

De acordo com o comunicado, o integrante da Família Real tem sintomas leves, mas está em boa saúde e tem trabalhado de casa de maneira usual.

Vale lembrar que o Príncipe Charles esteve com a mãe, a Rainha Elizabeth II, no dia 12 de março. A soberana do Reino Unido tem 93 anos.

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Rússia é excluída das principais competições por dois anos

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russia doping

O mundo dos esportes está permeado de histórias sobre o doping, incluindo, como relembra o cassino online Royal Vegas, em atletas bem conhecidos. Nesse momento, a Rússia está sofrendo sanções por conta do doping. Saiba quais são e como foram decididas.

Os esportistas profissionais e os atletas de alta competição sabem que existem estritas normas e políticas antidoping e que muitos elementos não poderão ser integradas na sua rotina. Nos testes realizados ao redor do globo, no entanto, os elementos proibidos continuam surgindo em exames, o que está motivando sanções cada vez mais pesadas para quem não cumpre as normas.

Tratada de forma bem séria, a questão do doping é regulada pela WADA, uma entidade que tenta garantir o combate às formas ilegítimas de jogo, avaliando e regulando o uso de doping nos esportes.

O combate ao doping se prende com a necessidade de criar competições mais seguras, mais justas e mais igualitárias, onde todos os atletas estejam competindo em pé de igualdade e tenham chances iguais.

No combate à ilegitimidade das vitórias, as sanções aplicadas têm se demonstrado bastante intensas e, nesse momento, a Rússia é um bom exemplo disso mesmo.

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Conheça a sanção atribuída à Rússia pelo uso de doping e as competições que o país falhará devido a essas restrições.

 

A política anti-doping e a exclusão da Rússia

A Agência Mundial Antidoping (WADA) foi criada em 1999, após a questão do doping ter apresentado um dos seus maiores escândalos no mundo do ciclismo.

A agência serve como fonte de investigação e regulação dos esportes no que diz respeito ao doping, se mantendo a par dos avanços científicos sobre as substâncias e removendo ou adicionando compostos à sua lista de proibições de acordo com os resultados das pesquisas e as evidências em atletas.

Todo esse processo faz com que a agência se mantenha a par do que vai acontecendo e dos resultados dos testes, propondo sanções de acordo com as transgressões dos atletas ou equipes.

Ao longo dos anos, as sanções propostas pela WADA têm se tornado mais pesadas e, no que diz respeito ao caso russo, esta agência propôs uma exclusão de quatro anos de todas as maiores competições internacionais, como forma de punição pelo uso de doping.

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As sanções aplicadas à Rússia e sua ausência nas competições de 2021/22

Ainda que a sugestão da WADA fosse para a exclusão da Rússia dos campeonatos por quatro anos, o Tribunal Arbitral dos Desportos (TAS) considerou que a punição mais justa para o país seria o de excluí-lo dos principais torneios por dois anos.

Dessa forma, a Rússia terá de estar ausente de algumas das mais interessantes competições dos próximos anos 2021 e 2022, incluindo os Jogos Olímpicos de Tóquio (2021), os Jogos de Inverno de Pequim (2021) e o Campeonato do Mundo de Futebol do Qatar (2022).
Ainda que a sanção seja bastante pesada, esta não impede a presença da Rússia nos Jogos Olímpicos de Paris (2024), o que aconteceria se a proposta da WADA tivesse sido aceita.

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