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Nova York determina isolamento em todo estado para conter coronavírus

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Nova York já registrou mais de 5 mil casos de coronavírus e 38 mortes

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, determinou nesta sexta-feira (20) que todos os funcionários de setores que não são essências para a economia devem ficar em casa e proibiu aglomerações em todo o estado americano, para tentar conter o avanço do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

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“Só os trabalhadores de setores essenciais devem continuar a ir ao trabalho ou se locomover por causa do trabalho”, afirmou o governador de Nova York , ao decretar o isolamento dos 19 milhões de moradores do território americano.

Segundo Cuomo, “esses fechamentos temporários não vão ser fáceis, mas eles são necessários para proteger a saúde e segurança das pessoas de Nova York e dos americanos”.

Até o momento, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, Nova York já registrou mais de 5 mil casos de coronavírus e 38 mortes. O número cresceu 750% desde o início da semana.

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Durante coletiva de imprensa, o governador disse que a ordem executiva é uma espécie de “shelter in place”, expressão usada em casos de tiroteio em massa para que os cidadãos fiquem em lugares seguros.

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A medida também proíbe que idosos com mais de 70 anos ou com doenças que os incluam no grupo de risco da Covid-19 saiam de suas casas e participem de reuniões familiares.

“Esta é a reação mais drástica que podemos tomar. Permaneçam dentro de casa. Precisamos que todos permaneçam em segurança. Do contrário, ninguém estará seguro”, afirmou Cuomo.

Fronteira

Nesta sexta-feira (20), o presidente dos Estados Unidos , Donald Trump, anunciou também uma série de novas medidas para tentar conter o avanço do coronavírus, entre elas, o fechamento parcial da fronteira entre o território americano e o México. A regra entrará em vigor na noite deste sábado (21).

A decisão foi tomada em comum acordo e “não afetará as relações comerciais”, segundo Trump. Ele ressaltou que a medida atingirá “tráfego não essencial”, como viagens a turismo.

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Além disso, o republicano determinou a suspensão dos juros para os empréstimos estudantis e o adiamento do prazo para fazer a declaração do Imposto de Renda em Nova York e no país.

Fonte: IG Mundo

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Patrão dá R$ 3 mil a cada funcionário pra movimentar economia

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Foto: reprodução / ODT.co.nz

#NOTÍCIABOANAFOLHA #HOJESÓNOTÍCIABOA

Imagina voltar ao trabalho depois da pandemia e ganhar do seu patrão mais de 3 mil reais em dinheiro?

Foi o que aconteceu com funcionários da empresa Kiwis, na Nova Zelândia.

A proprietária do escritório de advocacia só deu uma ordem: que o dinheiro seja gasto, passado adiante, para compras em pequenas empresas da região.

Ele sugeriu que os funcionários passem um longo fim de semana pagando por acomodação em hotéis, comida em restaurantes locais e atrações turísticas, para ajudar a movimentar a economia local novamente.

Emoção

Segundo o Otago Daily Times, o presente veio assim que a Nova Zelândia anunciou que está livre da Covid-19 e anunciou o desconfinamento, ou seja, permitiu a volta das pessoas às ruas, ao comércio e ao trabalho.

No mesmo dia, Jenny Beck, a advogada que administra o escritório de advocacia em Dunedin, deu a cada um dos 14 funcionários 1.000 dólares neozelandeses em dinheiro, pouco mais de R$ 3.000.

“Eu disse a eles e quase todo mundo chorou – e eu senti vontade de chorar”, contou ela ao repórter John Lewis.

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“Eu também pensei que seria divertido, porque minha equipe seria capaz de curtir umas férias e dar um impulso a todos”.

Onde gastar

O pessoal do escritório entrou no espírito e começou a planejar viagens a um parque nacional, seus restaurantes favoritos e a locais de aluguel de caiaques.

“Estou muito satisfeita. Isso deu um verdadeiro impulso ao moral das equipes”, afirmou Jenny.

Ela tomou a decisão depois de saber que muitas pequenas empresas estavam em apuros porque dependiam do turismo.

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