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NOTÍCIA BOA

Patrão dá R$ 3 mil a cada funcionário pra movimentar economia

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Foto: reprodução / ODT.co.nz

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Imagina voltar ao trabalho depois da pandemia e ganhar do seu patrão mais de 3 mil reais em dinheiro?

Foi o que aconteceu com funcionários da empresa Kiwis, na Nova Zelândia.

A proprietária do escritório de advocacia só deu uma ordem: que o dinheiro seja gasto, passado adiante, para compras em pequenas empresas da região.

Ele sugeriu que os funcionários passem um longo fim de semana pagando por acomodação em hotéis, comida em restaurantes locais e atrações turísticas, para ajudar a movimentar a economia local novamente.

Emoção

Segundo o Otago Daily Times, o presente veio assim que a Nova Zelândia anunciou que está livre da Covid-19 e anunciou o desconfinamento, ou seja, permitiu a volta das pessoas às ruas, ao comércio e ao trabalho.

No mesmo dia, Jenny Beck, a advogada que administra o escritório de advocacia em Dunedin, deu a cada um dos 14 funcionários 1.000 dólares neozelandeses em dinheiro, pouco mais de R$ 3.000.

“Eu disse a eles e quase todo mundo chorou – e eu senti vontade de chorar”, contou ela ao repórter John Lewis.

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“Eu também pensei que seria divertido, porque minha equipe seria capaz de curtir umas férias e dar um impulso a todos”.

Onde gastar

O pessoal do escritório entrou no espírito e começou a planejar viagens a um parque nacional, seus restaurantes favoritos e a locais de aluguel de caiaques.

“Estou muito satisfeita. Isso deu um verdadeiro impulso ao moral das equipes”, afirmou Jenny.

Ela tomou a decisão depois de saber que muitas pequenas empresas estavam em apuros porque dependiam do turismo.

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Internacional

Nova Zelândia tem abraços, compras e mãos dadas: desconfinamento

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Rodoviária de Christchurch, Nova Zelândia - Foto: Mark Baker / Associated Press

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Enquanto grande parte do mundo ainda sofre com a pandemia do coronavírus, a população da Nova Zelândia vive o chamado desconfinamento e voltou à ruas com abraços, compras e passeios de mãos dadas, nesta terça 9.

“Hoje vi mais pessoas do que vi em meses. As pessoas estão comprando, jantando e passeando de mãos dadas”, disse Steve Price, morador da capital Wellington.

“Acabei de me dar conta de que posso abraçar alguém hoje”, comemorou um usuário do Twitter com a hashtag #NZSemCovid.

Os escritórios reabriram. Ônibus e trens estavam repletos de usuários do transporte intermunicipal no primeiro dia da chamada “volta ao novo normal”, após mais de três meses de restrições para conter a propagação do coronavírus.

O comércio ainda tem frascos de gel antisséptico na entrada, embora isso não seja mais obrigatório.

Os bares estão reabrindo as pistas de dança e esperam muito público na nesta sexta-feira, 12.

A única restrição que se manteve foi o fechamento da fronteira com outros países.

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Livre do coronavírus

Na última segunda, 8, a primeira-ministra Jacinda Ardern, declarou que a nação de 5 milhões de habitantes do sul do Pacífico está livre do coronavírus.

Assim, a Nova Zelândia se tornou um dos primeiros países do planeta a voltar à normalidade pré-pandemia.

Com isso, as pessoas voltaram a frequentar cafés, shopping centers, estádios, baladas e a fazer reuniões públicas e particulares.

Sete semanas

Diferentemente dos americanos e da maioria dos países da Europa, que trabalham com a ideia de conter o coronavírus, a Nova Zelândia optou por uma estratégia de eliminar completamente o vírus.

Foram quase sete semanas de isolamento rígido. A maioria das empresas ficou fechada e todos tiveram que ficar em casa, com exceção dos trabalhadores essenciais.

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, elogiada por sua liderança durante a pandemia, impôs ciclos de isolamento social completo.

Ela impôs regras de isolamento social severas, antes mesmo do primeiro óbito e também em testagem em massa da população.

As fronteiras da Nova Zelândia estão fechadas desde o dia 19 de março.

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O isolamento foi eficaz, já que o país é uma ilha.

O resultado foi uma pandemia controlada, com 1.504 casos e 22 mortes pela Covid-19.

Com informações da Veja, Reuters e AP

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