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BALANÇO

Paraná registra mais 1.615 infecções pelo novo coronavírus e 45 óbitos

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Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde, em informe emitido nesta sexta-feira (7), divulga mais 1.615 infecções pelo novo coronavírus e 45 óbitos pela doença. O Paraná acumula agora 87.915 diagnósticos positivos e 2.244 mil mortes. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

INTERNADOS – Nesta sexta-feira, 1.099 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. Do total, 839 estão em leitos SUS (401 em UTI e 438 em enfermaria) e 260 na rede particular (102 em UTI e 158 em enfermaria).

Há outros 1.013 pacientes internados – 481 em leitos UTI e 532 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

ÓBITOS – Os 45 pacientes que faleceram, relatados neste informe, estavam internados. São 23 mulheres e 22 homens, com idades entre 18 a 93 anos. Quatro óbitos ocorreram em julho e os outros 41 pacientes faleceram entre os dias 01 e 07 de agosto.

Os pacientes residiam em Curitiba (13), Almirante Tamandaré (3), Colombo (3), Pinhais (3), São José dos Pinhais (3), Ivaiporã (2), Piraquara (2). Há um caso de óbito em cada dos municípios de Antonina, Arapongas, Bandeirantes, Cambará, Campina Grande do Sul, Chopinzinho, Coronel Vivida, Foz do Iguaçu, Itambé, Londrina, Maringá, Ouro Verde do Oeste, Palmeira, Piraí do Sul, Rio Branco do Sul e Santa Mariana.

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FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 984 casos de residentes de fora. 26 pessoas foram a óbito.

AJUSTES:
Alteração de município:

Um caso confirmado no dia 31/07 em Curitiba foi transferido para Urussanga/SC. Outro caso confirmado no dia 02/08 em Palmas foi transferido para Mangueirinha. Houve três casos confirmados no dia 13/07 em Cascavel que foram transferidos para Palotina.

Um caso confirmado no dia 09/07 em Cascavel foi transferido para Corbélia, e confirmado no dia 12/07 em Cascavel foi transferido para Chopinzinho.

Também houve transferência de caso confirmado no dia 10/07 em Cascavel, que foi para Corbélia. Um caso confirmado no dia 18/06 em Santa Tereza do Oeste foi transferido para Corbélia.

Um caso confirmado no dia 13/07 em Cascavel foi transferido para Toledo. Outro confirmado também em Cascavel, no dia 21/07 foi transferido para Paulo Afonso, na Bahia.

Um caso confirmado no dia 21/07 em Cascavel foi transferido para Campina da Lagoa, e outro confirmado no dia 22/07, também em Cascavel, foi transferido para Diamante do Oeste. Um caso confirmado no dia 24/07 em Curitiba foi transferido para Pinhais. Além disso, um óbito confirmado no dia 04/8 em Curitiba foi também transferido para Pinhais.

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Exclusões:
Dois casos foram excluídos por duplicidade de notificação. Um deles foi confirmado no dia 31/07 em Curitiba. O Outro foi um óbito de uma mulher, de 84 anos, confirmado no dia 28/07, também em Curitiba.

 

Via: AEN.

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Nacional

Brasil discute a volta de torcedores e vê países da Europa abrindo estádios

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

Enquanto o Brasil discute a volta de torcedores aos estádios em meio à pandemia do novo coronavírus, países europeus já contam com a presença de público em partidas de futebol. Um exemplo foi visto na final da Supercopa da Europa entre Bayern de Munique e Sevilla, na última quinta-feira. Em Budapeste, na Hungria, cerca de 15 mil pessoas acompanharam na Puskas Arena a vitória de virada do time alemão na prorrogação por 2 a 1.

No Brasil, porém, a definição ainda parece estar longo de ocorrer. Em reunião virtual realizada na quinta-feira, os clubes e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não chegaram a um consenso sobre a volta dos torcedores aos estádios. O principal ponto discutido é a isonomia do campeonato. Ou seja, determinado time pode ter o apoio dos seus torcedores, enquanto que outro não terá o aval das autoridades de saúde para abrir seu estádio para o público.

Embora o Ministério da Saúde tenha aprovado o estudo da CBF para liberar até 30% da capacidade dos estádios, a maioria das cidades e Estados dos times envolvidos no Brasileirão ainda não aprova o retorno dos torcedores. O governador de São Paulo, João Doria, por exemplo, vetou a presença de público tanto nos jogos da Série A quanto na partida do dia 9 de outubro entre Brasil e Bolívia, na Neo Química Arena, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.

“Aqui em São Paulo não há pressão política, econômica, partidária, assim como não há do esporte”, disse Doria. “A missão do governo de São Paulo é preservar a vida de todos: jogadores, técnicos e torcedores”, comentou o governador.

Por outro lado, o Rio de Janeiro é favorável à volta dos torcedores. O prefeito Marcelo Crivella, inclusive, já autorizou a presença de público em partidas no estádio do Maracanã. Ele tem o apoio da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e do Flamengo nesta questão.

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O governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, decretou na quinta-feira em edição extra do Diário Oficial a autorização de 30% do público nos estádios localizados em municípios do Estado que estão com bandeira amarela ou verde, onde o risco de contágio do novo coronavírus é menor. O decreto cita a volta de torcedores nos estádios em países como Dinamarca, Rússia e Suíça, onde o retorno tem sido feito de forma gradual no número de pessoas liberadas nas arquibancadas.

Nos países europeus, a decisão tem sido tomada de forma nacional No Reino Unido, por exemplo, o primeiro-ministro Boris Johnson adiou a volta do público aos estádios que estava prevista para o dia 1.º de outubro. Há a preocupação com a chamada “segunda onda” da covid-19, com o número de casos aumentando a cada dia novamente.

Na semana passada, o Campeonato Alemão voltou a ter público nos estádios. Isso só foi possível porque os 16 estados da Alemanha aprovaram a medida. Além de cumprir isolamento e outros protocolos de saúde, os estádios podem receber até 20% de sua capacidade. A medida é considerada “experimental” e o público poderá ser proibido de frequentar as partidas caso o contágio do novo coronavírus aumente no país.

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Na França, o limite de capacidade é menor: 5 mil torcedores podem ir ao estádio em cada jogo. A medida está em vigor desde julho. A França também sedia o tradicional torneio de tênis Roland Garros a partir deste fim de semana. Após sonhar em receber até 11.500 pessoas por partida, a organização agora adota cautela e planeja número bem menor, de até mil torcedores

Na Espanha, após diversos estudos, o público segue proibido de frequentar os estádios. A expectativa inicial, ainda em junho, era de que a volta dos torcedores fosse liberada a partir de agosto. Porém, como o contágio da covid-19 não está controlado, a decisão foi adiada.

 

Via: Guilherme Amaro/Estadão Conteúdo. 

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