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Ratinho diz que não há prazo para fim do isolamento e não descarta ‘quarentena pesada’

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Foto: Divulgação.

Exatos 30 dias após a confirmação do 1º caso de coronavírus no Paraná, o governador Ratinho Júnior disse nesta quinta-feira (9), em uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, que é preciso manter o isolamento social no Paraná. O governador agradeceu à população paranaense pela compreensão e disse que é preciso cumprir o isolamento, do contrário, poderemos ter que cumprir uma quarentena muito mais rígida.

“Não é uma corrida de 100 metros, é uma maratona que requer meses ainda de planejamento. Quero agradecer a população paranaense que tem compreendido a importância de ficar em casa. Temos 550 casos confirmados em 30 dias, mas isso não quer dizer que vencemos a guerra. O isolamento social continua. Temos que proteger a todos, principalmente nossos idosos”, afirmou o governador em transmissão feita no Hospital do Rocio, em Campo Largo, na região Metropolitana de Curitiba, que recebeu novos leitos de enfrentamento ao Covid-19.

SEM PRAZO

O governador disse ainda que não há prazo para a retomada de todas as atividades na economia no Paraná, mas ressaltou que que não há uma proibição, mas sim orientação sobre o que deve ou não funcionar.

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“Não tem data definida para a retomada porque não sabemos quando isso tudo vai acabar. Sabemos que, por experiências mundiais, quatro meses tem sido o prazo para o retorno da normalidade, mas não sabemos. Aqui não fizemos um decreto proibindo nichos do mercado de atuarem, fizemos sim uma orientação sobre os setores essenciais e o que deveria fechar. O comércio em Curitiba, por exemplo, fechou as portas por orientação da Associação Comercial porque muitos funcionários e clientes não queriam mais sair de casa. O mais importante é manter a orientação de que todos que possam fiquem em casa”, disse Ratinho.

O governador completou ainda dizendo que o vírus vai se propagar, mas temos que evitar a superlotação do serviço de saúde. “Não é fácil ficar em casa, mas neste momento todos têm que entender que só isso vai nos dar a oportunidade de controle. Não é o presidente, o governador e os prefeitos que vão fazer com que isso fique sob controle. É o bom senso que vai nos fazer vencer esta guerra. Se isso não acontecer, aí o estado terá que intervir para recolher todo mundo para que o sistema hospitalar não entre em colapso”.

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O governador disse ainda que o ‘gatilho’ para uma quarentena mais pesada é o aumento do número de casos. “O gatilho para tomar uma decisão drástica de recolher todos é o aumento diário de casos no paraná. Se isso sair muito fora da curva, teremos que tomar uma decisão drástica. Por enquanto, a população está colaborando”, completou.

LEITOS

O secretário de saúde Beto Preto disse que a capacidade de leitos de UTI vai quase dobrar no estado em até 45 dias. “Já ampliamos em 418 o número de leitos de UTI e estamos preparando outros 500 para entrar em operação em até 45 dias. Vamos fechar com quase 1000 novos leitos, quase dobrando a capacidade no estado”,  disse os secretário.

O Paraná tem 550 casos confirmados, 5.303 descartados e 333 em investigação. São 100 pacientes internados, 59 deles em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 41 em leitos clínicos. Cerca de 200 pessoas já se recuperaram.

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Mulher vai parar no hospital após ser agredida pelo marido

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

Uma mulher ficou ferida e foi parar no hospital após ser vítima de violência doméstica. A situação foi registrada na noite desta quarta-feira (3) em Andirá.

De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe foi acionada por volta das 22h30 após uma mulher dar entrada no Pronto Socorro municipal com ferimentos. Diante da informação, os policiais foram ao local para prestar atendimento a ocorrência.

No hospital a vítima relatou que seu marilho havia lhe agredido com socos e também havia batido em sua filha de oito anos que é enteada do agressor.

Frente aos fatos, a vítima foi orientada quanto a situação e foram tomadas as providências cabíveis ao caso.

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