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Trabalhadores podem buscar vagas e seguro-desemprego pela internet

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Foto: Reprodução/Internet

Devido ao fechamento das Agências do Trabalhador em alguns municípios, devido a intensificação da pandemia do coronavírus, a Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho orienta os trabalhadores que buscam vagas de empregos e os empresários que ofertam vagas que utilizem a internet. A solicitação do requerimento do seguro-desemprego também pode ser feita de modo online.

Todos os serviços podem ser feitos por meio do aplicativo Sine Fácil, que pode ser baixado gratuitamente pela Play Store ou Apple Store, pelo site empregabrasil.mte.gov.br ou pelo próprio site da Secretaria da Justiça (www.justica.pr.gov.br/trabalho). Os empregadores estão cadastrando as vagas normalmente, e os trabalhadores podem pesquisar todas as vagas abertas na sua cidade.

 

COMO ACESSAR

Para acessar o Sine Fácil é necessário um QRcode que pode ser solicitado diretamente no site da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, pelo Chat do Trabalhador – uma nova ferramenta para atendimento ao trabalhador e empregador, disponibilizado pela Secretaria, por meio do Departamento do Trabalho e Estimulo à Geração de Emprego e Renda.

“O Chat do Trabalhador é um canal de comunicação e orientação entre os trabalhadores e os profissionais das Agências do Trabalhador nos momentos de dificuldade durante o passo a passo nas ferramentas digitais, e pode ser usado não só para gerar este QRcode, como para qualquer outra dúvida relacionada a trabalho”, afirma o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Eder Colaço,.

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“Precisamos que os trabalhadores se conscientizem para usar as ferramentas digitais e o autoatendimento. Não é hora de sair de casa, ainda mais quando temos a opção de resolver todas essas questões de forma remota”, ressalta o coordenador interino da gestão do Trabalho e Emprego da Secretaria, Walmir dos Santos.

 

SEGURO-DESEMPREGO

Aos trabalhadores que precisam solicitar o seguro-desemprego durante esta pandemia da Covid-19 podem fazer todo o requerimento do benefício pelo aplicativo “Carteira de Trabalho Digital”.

 

COMO SOLICITAR

Para solicitar o Seguro-Desemprego, o trabalhador deve seguir alguns passos
1) Baixar gratuitamente o aplicativo Carteira de Trabalho Digital na Play Store ou Apple Store
2) Depois fazer o cadastro no portal www.gov.br/pt-br/servicos/obter-a-carteira-de-trabalho e criar um “login” e senha
3) – Acessar os serviços digitais para o Seguro-desemprego, e selecionar a opção Requerer o Seguro-desemprego
4) – Na tela seguinte, clicar na função Solicitar Seguro-desemprego
5) – Informar o número do Requerimento do Seguro-desemprego fornecido pelo empregador e clicar em localizar
6) – Conferir se as informações estão corretas, concordar com os termos e clicar em concluir
7) – Confirmar a solicitação do benefício
8) Na etapa seguinte irá aparecer a frase “Solicitação do Benefício Realizada com Sucesso” e também as informações sobre o benefício, como a quantidade e o valor das parcelas, e as respectivas datas de pagamento previstas para saque nos canais de pagamento.
Se algum desses passos não funcionou ou se a solicitação apresentou algum erro e não foi realizada com sucesso, é possível entrar em contato por telefone com a Agência do Trabalhador mais próxima para resolver a situação.

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Via: AEN.

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Nacional

Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil é a maior desde maio, aponta Imperial College

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

taxa de transmissão (Rt) do novo coronavírus (Sars-CoV-2) para esta semana no Brasil é a maior desde maio, apontam dados do Imperial College de Londres, no Reino Unido. A atualização da estimativa foi divulgada nesta terça-feira (24) e se refere à semana que começou na segunda (23).

O relatório mostra que o índice está em 1,30. Isso significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 130 pessoas. Pela margem de erro das estatísticas, essa taxa pode ser maior (Rt de até 1,45) ou menor (Rt de 0,86). Nesses cenários, cada 100 pessoas com o vírus infectariam outras 145 ou 86, respectivamente.

A última vez que a taxa de transmissão no Brasil esteve tão alta foi na semana de 24 de maio, quando atingiu 1,31, segundo dados levantados pelo G1. O valor máximo possível naquela data, considerando a margem de erro, foi de 1,34.

 

A última vez que a taxa máxima de transmissão no país foi maior do que a vista nesta semana foi na semana de 17 de maio. Naquela data, o Rt estava, de novo, em 1,30, mas o valor máximo podia chegar até 1,47, segundo a margem de erro.

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Os cientistas apontam que “a notificação de mortes e casos no Brasil está mudando; os resultados devem ser interpretados com cautela”.

Foto: Reprodução G1.com

Simbolizado por Rt, o “ritmo de contágio” é um número que traduz o potencial de propagação de um vírus: quando ele é superior a 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa e a doença avança.

Depois de ficar abaixo de 1 por cinco semanas seguidas – entre o final de setembro e o final de outubro – , a taxa no Brasil voltou a ficar acima de 1 no início de novembro.
Há duas semanas, o número ficou em 0,68, o menor valor desde abril – mas a data coincide com o apagão de dados que atrasou a atualização de casos e mortes por Covid-19 pelo Ministério da Saúde. Como o Rt também considera esses dados, isso afeta as estimativas.

Segunda onda

Na segunda-feira (23), pesquisadores brasileiros divulgaram uma nota técnica na qual, baseados em dados da pandemia do novo coronavírus no Brasil, afirmam que o país vive o “início de uma 2ª onda”.

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  • falta de “testagem sistemática com rastreamento de casos”;
  • falta de uma “política central coordenada, clara e eficaz de enfrentamento da situação”;
  • “afrouxamento das medidas de isolamento sem evidências empíricas, sem uma análise cuidadosa por uma painel de especialistas”.

 

O Brasil tinha 169.541 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta terça-feira (24), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O número é o segundo maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Via: G1.com

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