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Atuações de Diego e Bruno Guimarães geram dúvida para técnico do Atlético

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O Atlético iniciou na terça-feira (09) a preparação para enfrentar o Sport na Arena da Baixada, no próximo domingo (14), pelo Campeonato Brasileiro. O lateral-direito Diego e o volante Bruno Guimarães, com boas atuações na goleada por 4 a 0 contra o América-MG, no último sábado (06), deixaram dúvidas no técnico Tiago Nunes.

Na lateral direita, Jonathan foi poupado no final de semana e tende a retornar para o time titular. Entretanto, a opção por Diego agradou ao comandante atleticano, que elogiou o rendimento do jogador diante do Coelho, principalmente ofensivamente.

 

O zagueiro Alan Costa, o lateral-esquerdo Abner e o atacante Alecsandro simbolizam a nova fase do Coritiba dentro da Série B. Em baixa com os técnicos anteriores, eles têm sido peças-chaves com Argel Fucks. Alan Costa voltou ao time após seis meses, Abner ganhou uma sequência como titular, e Alecsandro encerrou um incômodo jejum.

Alan Costa, por exemplo, tinha sido afastado por Eduardo Baptista e não jogava havia seis meses. Com o novo treinador, ele entrou no empate com o CRB e jogou os 90 minutos das vitórias sobre Figueirense e Juventude. O zagueiro, que já conhecia Argel, rasga elogios ao treinador.

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“Ele chega aqui, tira o jogador da zona de conforto, é um treinador que é ligado no 220. Isso faz a gente trabalhar cada dia mais”, falou Alan Costa.

 

O Paraná Clube acumula recordes negativos neste Brasileirão, e o ataque não escapa. Os números do setor ofensivo preocupam. Com a derrota por 4 a 0 para o Fluminense no Maracanã, já são 11 jogos sem balançar as redes como visitante. O time não marca desde o 3 a 1 sobre o Santos, na Vila Belmiro, pela quinta rodada.

O jejum de gols fora é o maior da era dos pontos corridos, superando os retrospectos negativos do Atlético-PR, em 2016, e do Santos, em 2012, quando ambos ficaram oito jogos sem fazer gols como visitante.

 

O encaixe do meio-campo vem sendo um dos pontos positivos do Londrina na Série B do Brasileiro. Desde a chegada de Roberto Fonseca, no início do returno, o Tubarão encontrou uma formação considerada titular para o setor, com João Paulo Higor Leite e Jardel, que volta de suspensão na partida contra o São Bento, no sábado (13), pela 31ª rodada da Série B. Os três têm se destacado tanto na parte defensiva como ofensiva.

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Em 19 rodadas do primeiro turno, foram 13 formações diferentes no meio-campo, com o time atuando algumas vezes com apenas dois volantes e quatro atacantes de ofício, quando Sergio Soares comandava o Tubarão. Com Roberto Fonseca, o time passou a atuar principalmente com três homens no setor, sempre com dois volantes e um meia de ligação.

 

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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