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Wenceslau Braz

Citação na Lava Jato pode complicar reeleição de Roberto Requião

O esquema revelado pelo Ministério Público Federal na coletiva de quarta-feira (26) no DER pode estragar os planos de reeleição do senador Roberto Requião (MDB).

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A citação de que as concessionários de pedágios faziam a festa da propina desde o governo de Jaime Lerner, continuou no período em que Requião estava no governo entre 2003-2010, não pegou bem junto ao eleitorado paranaense.

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O senador se considera o bastião da moralidade e os procuradores colocaram em dúvida a vida pública do medebista, que recentemente desfilou pelas ruas de Curitiba com uma Ferrari. Em nota, Requião nega qualquer desvio de conduta.

 

Álvaro Dias criticou o PT e esconjurou o tempo todo “a volta da organização criminosa” no debate da Folha/UOL/SBT. Na ofensiva, desencavou até os assassinatos de Celso Daniel e Toninho do PT, do início dos anos 2000. Não estava só. Ciro Gomes chegou a culpar o PT por ter permitido, ao criar “uma estrutura odienta’, o surgimento da “aberração” Bolsonaro. Marina responsabilizou o PT pela existência de Temer e seu governo. “Ele não teria chegado lá sem a ajuda de vocês”, rebateu Haddad. E como quem bate leva, o desgaste acaba socializado. O tucano Geraldo Alckmin bateu muito no PT, mas saiu também muito avariado. Para isso o petista teve a ajuda de Guilherme Boulos, do PSOL, que lhe perguntou pelo escândalo da merenda escolar e pelos desvios que estão sendo investigados em grandes obras do mandarinato tucano em São Paulo.

 

A Justiça Eleitoral permitiu o registro de pelo menos nove candidaturas coletivas, formadas por grupos de pessoas que se uniram para concorrer a uma única vaga no Legislativo.

A ideia é que, ao votar em um, o eleitor possa eleger três, quatro ou até cinco representantes, que tentam lugar no Congresso Nacional, na Câmara Legislativa do DF e nas Assembleias Legislativas de São Paulo, de Mato Grosso do Sul e do Paraná.

Como a busca foi feita apenas com os termos “coletivo” e “coletiva”, a quantidade de candidaturas desse tipo, mas com outras nomenclaturas, pode ser maior.
Na prática, só haverá um candidato “oficial”: um dos integrantes do grupo se registra, com base nos mesmos critérios de todos os outros postulantes, e é a foto dele que aparecerá nas urnas.

A 11 dias da eleição, o Instituto Paraná Pesquisas mediu a preferência do eleitorado para as eleições presidenciais. Jair Bolsonaro (PSL) lidera as intenções de voto com 31,2%, seguido de Fernando Haddad (PT), 20,2%; Ciro Gomes (PDT), 10,1%; Geraldo Alckmin (PSDB), 7,6%; Marina Silva (Rede), 4,3%; João Amoêdo (Novo), 3,9%. Alvaro Dias (Novo), 1,9%; Henrique Meireles (MDB), 1,3%; Guilherme Boulos (Psol), 0,4%; Cabo Daciolo (Patriota), 0,03%; Vera Salgado (PSTU), 0,3%. José Eymael (DC), 0,1%; João Goulart Filho (PPL), 0,1%.

 

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