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Opinião

Coluna ADI-PR Quarta-feira 29 de Maio de 2019

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Força de Greca
O prefeito de Curitiba, Rafael Greca, mostrou força na convenção estadual do DEM. Além de ser eleito presidente do diretório municipal da capital, Greca recebeu apoio ao seu projeto de reeleição de lideranças de sete partidos: PP, PSDB, PP, PSB, PTB, PMN e Avante. No encontro, o deputado Pedro Lupion foi reconduzido a presidência estadual dos Democratas.

 

Promulgação

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB), promulga hoje a emenda constitucional que termina com a aposentadoria de ex-governadores. A solenidade será às 10h no gabinete do governador Ratinho Junior (PSD) no Palácio Iguaçu. 

Procuradoria da mulher

A Assembleia Legislativa do Paraná vai criar a Procuradoria Especial da Mulher. “O legislativo passa a ter um importante canal para a promoção e qualificação do debate sobre os direitos das mulheres. A Procuradoria será fundamental para ampliar as ações de combate à violência e discriminação, além de acolher, proteger e valorizar a voz da mulher no parlamento”, diz o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), 1º secretário da Casa, a respeito do projeto apresentado ontem pela Mesa Executiva..

 

Volta do pedágio

A Econorte voltará a cobrar pedágio na praça em Cambará, no Norte Pioneiro, neste sábado (1° de junho). A Justiça Federal autorizou a concessionária a reativar a praça de pedágio e na decisão, o juiz federal Friedmann Wendpap afirmou que não há impedimento para a sua reinstalação, desde que a praça de Jacarezinho permaneça desativada.

Seguro cobre
As concessionárias de pedágio que exploram as rodovias federais no Paraná podem acionar os seus seguros para ressarcir os valores referentes às obras que estavam previstas nos contratos e que ainda não foram executadas. A solicitação foi feita pelo Instituto Brasil Transportes ao Ministério Público Federal. “É um raciocínio claro e direto. As empresas deveriam ter executado uma série de obras previstas nas estradas concedidas pelo poder público. São duplicações, contornos e terceiras-faixas. Obras que estariam prontas e sequer foram executadas. Precisamos acionar os seguros para que o Estado e o cidadão paranaense sejam ressarcidos”, afirma o presidente do IBT, Acir Mezzadri.

 

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Transparência na política

O senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) deu parecer favorável ao projeto de lei do senador José Serra (PSDB-SP) que avalia o impacto dos benefícios, subsídios, incentivos fiscais concedidos em operações de crédito realizadas no Sistema Financeiro Nacional. “A transparência no setor público deve ser a regra, e o sigilo a exceção”. “O aumento da transparência é imprescindível para o país. Em tempos de crise fiscal, a matéria ganha ainda mais importância. Em um país das dimensões do Brasil, com graves desigualdades e muita pobreza, a transparência no uso dos recursos públicos é fundamental e necessária”, explicou Oriovisto, relator da matéria. Com a aprovação do projeto, o Ministério da Economia será obrigado a divulgar, anualmente, demonstrativos de todos os benefícios concedidos na forma de subsídios.

 

 

Débitos em boletos
O governador Ratinho Junior (PSD) sancionou o projeto de lei do deputado Paulo Litro (PSDB) que facilita o acesso as informações de débitos de serviços essenciais. De acordo com a lei, as empresas prestadoras de serviços deverão informar, mensalmente, a existência de débitos nos boletos de cobranças. “A lei permitirá ao consumidor maior facilidade de acesso aos seus débitos e tempo para efetuar pagamentos atrasados, evitando a interrupção dos serviços ou inscrição em cadastros negativos”, disse Paulo Litro.

Lista de serviços
A projeto de lei foi construído em conjunto com o Procon, que ressaltou o impacto positivo para diminuição da inadimplência. A lei abrange os serviços de abastecimento de água, gás, energia elétrica, televisão à cabo, telefonia, internet, faculdades e escolas, que deverão ter em seus boletos a discriminação dos valores principais da dívida e os acréscimos contratuais.  

Centro de eventos

O Sindicato Rural de Pitanga inaugurou um centro de eventos com um recinto de leilões de bovinos anexo totalmente coberto com 4,6 mil metros quadrados e investimento de R$ 3,5 milhões. “Me sinto entusiasmado por ver uma construção de tamanha imponência e que está fomentando o agronegócio. Pitanga, com toda sua tradição agropecuária, merece um espaço de referência nacional, como este, para o leilão de gado e a realização dos mais diversos eventos. Tenho certeza de que esse investimento irá trazer muitos outros resultados positivos na mobilização pelo agronegócio”, disse o presidente da Faep, Ágide Meneguete.

 

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Aumento salarial

O prefeito de União da Vitória, Santin Roveda (PR), anunciou o reajuste de 3,75% dos salários dos servidores já a partir de maio. O impacto será de R$ 3,3 milhões.“Fizemos sacrifícios para conseguir chegar a esta reposição. Isso num momento em que o Brasil, os municípios e empresas, passam por muitas dificuldades. Aliás, ressalto que há muito tempo, os governos federal e
estadual não fazem sequer esse reajuste e não conseguirão neste ano novamente. Este esforço se dá porque estamos falando de servidores que se esforçam para dar o seu melhor e são plenamente merecedores” disse o prefeito Santin.

 

CPI da JMK

Os deputados estaduais aprovaram a criação da CPI da JMK que terá sua primeira reunião hoje na Assembleia Legislativa. Ontem, a Polícia Civil desencadeou a operação “Peça Chave”, prendeu 14 pessoas e apura o desvio de R$ 125 milhões através crimes praticados por pessoas ligadas à JMK, empresa responsável pela manutenção de veículos oficiais do Estado. O requerimento pela criação da CPI é de autoria do deputado Soldado Fruet (Pros).

 

 

Oligopólio do crédito

Os cinco maiores bancos do país, Itaú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e Santander – fecharam 2018 com 84,8% do mercado de crédito e com 83,8% dos depósitos, informou o Banco Central. O BC já tinha adiantado que a rentabilidade dos bancos brasileiros terminou 2018 no maior patamar em sete anos, e que o lucro líquido somou R$ 98,5 bilhões e, com isso, bateu recorde da série histórica, que começa em 1994.

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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