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Opinião

Coluna ADI-PR Quinta-feira 9 de Maio de 2019

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Apoia, pero no mucho

A maioria dos brasileiros, 59%, é favorável à Reforma na Previdência, aponta o Ibope encomendado pela Confederação Nacional da Indústria. No entanto, 51% são contrários à proposta do governo e 39% se dizem favoráveis. A pesquisa mostra ainda que 83% não estão dispostos a pagar mais impostos para manter a atual previdência. Além disso, 59% defendem que a falta de dinheiro da previdência deve ser resolvido com mudanças nas regras de aposentadorias e pensões. A pesquisa entrevistou 2 mil pessoas em 126 cidades entre os dias 12 e 15 de abril.

 

Investimento histórico

O deputado Hussein Bakri (PSD) destacou o lançamento do Programa de Revitalização das Estradas que prevê R$ 2 bilhões de investimentos. Os mais de 30 municípios atendidos por Bakri terão 255 km revitalizados. “É a prova concreta de que as medidas tomadas pelo governador Ratinho Junior em apenas quatro meses já estão produzindo resultados efetivos. Mais do que o valor bilionário, trata-se de milhares de vidas que serão salvas com a redução dos acidentes em rodovias bem conservadas e sinalizadas”, disse Bakri.

 

Prêmio Fecomércio

No 6º Prêmio Fecomércio de Jornalismo, serão aceitas matérias que façam referência a programas e ações realizadas pela Fecomércio, Senac e Sesc publicadas entre 1º de janeiro a 15 de outubro de 2019. Serão premiadas reportagens em quatro categorias: jornalismo impresso e webjornalismo, telejornalismo, radiojornalismo e fotojornalismo.

 

Porte de arma

Na reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária, o deputado Sérgio Souza (MDB-PR) defendeu o porte de arma a produtores rurais. “Sou favorável não só na questão da posse, mas na utilização no limite da propriedade. Lá no campo você está limitado, às vezes, a centenas de metros e até mesmo centenas de quilômetros de um vizinho. Nem que você tenha o melhor telefone do mundo para chamar a polícia, ela não vai chegar a tempo”.

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Dia da Indústria

Em comemoração ao Dia Nacional da Indústria, em 25 de maio, a Fiep, por meio do Sesi e Senai vai dispor em todas as regiões uma série de serviços gratuitos aos trabalhadores das indústrias e à comunidade durante a Semana da Indústria. Serão cursos de capacitação profissional, exames de prevenção, atividades culturais e shows. No noroeste, a Semana da Indústria será entre os dias 14 e 17 de maio no estacionamento do Estádio Willie Davids em Maringá.

 

Emanuel, secretário

Ex-jogador de vôlei e campeão olímpico, o paranaense Emanuel Fernando Scheffer Rego será o novo secretário Nacional de Esporte. Ele assume a pasta com o objetivo de melhorar as condições para atletas olímpicos, profissionais e amadores. Além do ouro em Atenas (2004), Emanuel foi medalha de bronze em Pequim (2008) e prata nos jogos de Londres (2012).

 

Dois ministérios

O presidente Jair Bolsonaro resolveu desmembrar o Ministério do Desenvolvimento Regional em duas novas pastas, Cidades e Integração Nacional. Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-RR), vão indicar os titulares das pastas.

 

Falta transparência

“Os acordos de leniência se revelaram essenciais no combate a malfeitos, mas a falta de transparência mina sua credibilidade. Se o objetivo é mesmo virar a página da corrupção, melhor que empresas e autoridades façam isso às claras” – do editorial da Folha de S. Paulo sobre os acordos de leniência feitos no âmbito da Operação Lava Jato. O deputado Romanelli (PSB) já disse que os acordos de leniência com as concessionárias de pedágio é lesivo aos paranaenses.

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Imunidade

Com a mudança do voto do presidente Dias Toffoli, o STF decidiu estender a possibilidade de imunidade de prisão a deputados estaduais. Segundo a maioria, as assembleias estaduais podem reverter ordem de prisão preventiva dada pelo Judiciário contra parlamentares estaduais.

 

Cida comemora

A ex-governadora Cida Borghetti comemorou o lançamento da pedra fundamental das obras de construção da segunda ponte entre o Brasil e o Paraguai, ligando Foz do Iguaçu a Presidente Franco. A cerimônia será neste sexta-feira (8), em Foz, com a presença dos presidentes Jair Bolsonaro (Brasil) e Mario Abdo Benítez (Paraguai). “É a consolidação de um processo de meses, muitos encontros, audiências e reuniões técnicas. Um sonho de 60 anos que se tornou realidade”, disse.

 

Inclusão dos biomédicos

O deputado Ademar Traiano (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, solicitou ao governador Ratinho Junior que inclua a profissão de biomédico no rol de funções dos servidores da Secretaria de Saúde do Paraná. “A atuação do biomédico apresenta relevância por seu caráter instrumental na atuação integrada com outras áreas da saúde. São justamente as análises precisas e acuradas realizadas nessa seara que viabilizam o avanço nos respectivos tratamentos e restabelecimento do paciente”, diz.

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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