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Opinião

Coluna ADI-PR – Sexta-feira 31 de Maio

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‘Casa carimbadora’

O senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) criticou a demora da Câmara dos Deputados para discutir as medidas provisórias e depois pedir ao Senado a aprovação a toque de caixa, “como se fosse apenas uma casa legislativa carimbadora das decisões alheias”. “Eu dizia na campanha que o Brasil tinha uma hora marcada com a verdade e essa hora chegou. Essa hora é agora, nesta legislatura. Temos que tomar à frente deste processo, tomar o protagonismo, cuidar das grandes questões brasileiras”, defendeu.

 

Decisões monocráticas

PEC apresentada pelo senador Oriovisto propõe que nenhum ministro do STF poderá, isoladamente, suspender a vigência de uma lei ou decreto e exige que as decisões sejam tomadas pela maioria dos 11 ministros da corte. O senador argumenta que não raras vezes o Congresso Nacional vota leis e o presidente sanciona, mas uma decisão liminar de um único ministro pode suspender seus efeitos.

 

Decisão colegiada

“O problema é que esta liminar pode vigorar por muitos anos sem ter uma decisão efetiva, provocando até impacto econômico na sociedade. Um único ministro não pode contrariar a decisão de todo o Congresso Nacional e do presidente, por isso a importância de uma decisão colegiada para esses casos”, diz Oriovisto.

 

Convenção do PSDB

O ex-deputado Bruno Araújo (PE) será aclamado presidente nacional do PSDB na convenção nesta desta sexta-feira em Brasília. O deputado Pedro Cunha Lima (PB) vai assumir a presidência do Instituto Teotônio Vilela e a senadora Mara Gabrilli (SP) será vice-presidente nacional. A ordem é de renovação no comando do ninho tucano sob a liderança do governador João Doria (SP).

 

Pedro Lupion e Maia

O deputado Pedro Lupion (DEM-PR) é um principais convidados no grupo formado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) com membros da equipe econômica para construção de uma frente suprapartidária com uma agenda política descolada do Centrão. Além de Lupion, fazem parte do grupos os deputados Kim Kataguiri (DEM-SP), Silvio Costa Filho (PRB-PE) e Tabata Amaral (PDT-SP).

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Jornal todo dia

“Nunca se leu tanto jorna: antes eu lia jornal todo dia e agora leio jornal o dia todo. Esse hábito de consumo é um padrão comum. O jornal continua tendo um peso enorme. Hoje está no computador, tablete, smartphone e nos relógios. As pessoas antes liam o jornal em casa, hoje leem no elevador, no metrô, em qualquer lugar. Há salto brutal no consumo de notícias e no hábito de se ler jornal” – do publicitário Nizan Guanaes em entrevista a’O Globo.

 

Carbonell na Itaipu

O Conselho da Eletrobras aprovou o nome do general Luiz Felipe Carbonell, secretário da Segurança do Paraná, para assumir a diretoria de Coordenação da Itaipu Binacional. Agora só falta a nomeação, via decreto, do presidente Jair Bolsonaro.

 

Saques do FGTS

O ministro Paulo Guedes (Economia) estuda liberar saques do FGTS e injetar recursos para alavancar a volta do crescimento. A medida só deve ser implementada após a eventual aprovação da reforma da previdência. “Nós temos que começar pelas coisas mais importantes. As coisas devem se acelerar nas próximas três ou quatro semanas”, disse Guedes.

 

Economia de R$ 10 bilhões

O presidente Jair Bolsonaro disse que a MP que combate fraudes no INSS deve gerar uma economia estimada em R$ 10 bilhões por ano. “O Brasil segue avançando”, afirma o presidente. A MP, relatada pelo deputado Paulo Martins (PSC-PR) e aprovada na Câmara, cria um programa de revisão de benefícios do INSS, exige cadastro do trabalhador rural e restringe o pagamento de auxílio-reclusão apenas aos casos de pena em regime fechado.

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Embratur

O empresário Gilson Machado Neto tomou posse da presidência da Embratur e quer transforar a autarquia em agência para o desenvolvimento do turismo. Ele citou que o Plano Nacional de Turismo prevê o aumento de 60 milhões para 100 milhões de brasileiros viajando internamente e a recepção de 12 milhões de estrangeiros até 2022 – atualmente o número é de 6,6 milhões.

 

Receitas

No total, o Brasil tem uma receita de US$ 6 bilhões com turistas estrangeiros e os brasileiros gastam US$ 19 bilhões no exterior, déficit de US$ 13 bilhões. O país é a 11ª economia em turismo no mundo, e é considerado como o maior destino em biodiversidade e o oitavo destino em diversidade cultural.

 

Frota de pulverização

A aviação agrícola se mostrou importante ferramenta de manejo das lavouras, principalmente em função da rapidez e precisão com que realiza a aplicação de defensivos no combate a pragas e doenças. A prova aparece nos números. O Brasil já é dono da segunda maior frota de aeronaves agrícolas do mundo, perdendo apenas para os EUA. Eram 2.190 aeronaves em 2018, de acordo com a Anac.

 

Frota II

No Paraná, segundo informações do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola, 134 aeronaves agrícolas operam atualmente, montante que coloca o Estado na 5ª posição no ranking naciona. O Estado tem, 24 empresas aeroagrícolas e 25 operadores privados.

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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