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Opinião

Coluna ADI-PR Sexta-feira 7 de Junho de 2019

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Hiroshi e Rangel

Dois prefeitos do Paraná – Hiroshi Kubo (Carlópolis) e Marcelo Rangel (Ponta Grossa) – estão entre os 14 gestores municipais premiados no Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor. Neste ano, foram 1.160 projetos que trataram melhoria do ambiente de negócios para as micro e pequenas empresas, além dos microempreendedores. Hiroshi Kubo foi premiado na categoria Pequenos Negócios no Campo, com o projeto “Carlópolis Cooperativo”. Marcelo Rangel venceu na categoria Políticas Públicas para Desenvolvimento dos Pequenos Negócios – Região Sul, por desenvolver a “Primeira Sala Digital do Brasil”.

Rodovia Zilda Arns

Foi sancionado o projeto de lei do deputado Diego Garcia (Pode-PR) que denomina “Rodovia Zilda Arns Neumann” o trecho da BR-369 entre a cidade de Bandeirantes, no Paraná, e a divisa com São Paulo. Zilda Arns era médica pediatra e sanitarista e fundou, em 1983, a Pastoral da Criança e em 2006, foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz. Zilda morreu em janeiro de 2010, em um terremoto que fez mais de 100 mil vítimas no Haiti.

Polícia Civil + Guarda Municipal

Os deputados Delegados Fernando (PSL), Delegado Jacovós (PR) e Delegado Recalcatti (PSD) pediram ao Governo do Estado a cooperação entre a Polícia Civil e as guardas municipais. Segundo eles, a medida dará mais agilidade às investigações, aumentará o efetivo disponível e vai melhorar os índices de elucidação de casos.

Hospitais universitários

Logo após a cobrança do deputado Michele Caputo (PSDB) ao secretário Renê Garcia Junior (Fazenda) a respeito do contingenciamento das verbas dos hospitais universitários, a Secretaria Estadual da Saúde anunciou que vai antecipar R$ 17,5 milhões para custeio dos HU’s de Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa. O recurso dará um fôlego extra aos hospitais, que já ameaçavam suspender cirurgias eletivas e outros procedimentos. O estoque de materiais, órteses e próteses, utensílios médicos e até alguns medicamentos estava próximo de acabar.

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Fórum de inovação

O Ministério da Agricultura promove na terça-feira, 11, em Carambeí, o primeiro Fórum Regional de Inovação Agropecuária. O evento pretende identificar as dificuldades e oportunidades para promover a melhoria do ambiente de inovação na agropecuária. Cerca de 67% das propriedades agrícolas do país usam algum tipo de tecnologia, seja na área de gestão dos negócios ou nas atividades de cultivo e colheita da produção.

Rota do Rosário

O deputado Cobra Repórter (PSD) apresentou projeto de lei para incluir a “Rota do Rosário”, tradicional roteiro religioso do Norte Pioneiro e Campos Gerais, nas regiões turísticas do Paraná. A “Rota do Rosário” é composta pelas cidades: Arapoti, Bandeirantes, Ibaiti, Jacarezinho, Jaguariaíva, Joaquim Távora, Piraí do Sul, Ribeirão Claro, Ribeirão do Pinhal, Santo Antônio da Platina, Siqueira Campos e Tomazina.

Dia dos Namorados

A expectativa do comércio para as vendas relacionadas ao Dia dos Namorados, no dia 12 de junho, é de alta de 1,9%, na comparação com o ano passado. Apesar da alta tímida, é o terceiro ano seguido de melhora nas vendas. Dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

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PL do Saneamento

O Senado aprovou o projeto de lei que atualiza o marco legal do saneamento no país. O projeto abre a possibilidade de a iniciativa privada operar os sistemas de água e esgoto municipais. Porém, autoriza municípios pequenos possam fazer contratos com empresas estatais sem licitação, caso a concorrência não atraia interessados ou não exista viabilidade econômica que justifique a privatização.

PTC vai de Zé Boni

O PTC lançou o ex-vereador Zé Boni como pré-candidato a prefeito de Curitiba. Zé Boni, ano passado como candidato a senador, fez 33 mil votos, 5% dos votos em Curitiba.

Quais critérios?

O deputado Paulo Litro (PSDB) apresentou três requerimentos ao Governo do Estado em que questiona os critérios utilizados para as nomeações dos chefes dos Núcleos Regionais da Educação. “Se foi estabelecido o teste para a escolha da nomeação, é preciso que exista um critério de avaliação único e aplicado em todas as regiões do estado, caso contrário passa a impressão que a Secretaria da Educação tinha preferência por alguém e ajustou a escolha de forma discricionária, colocando em xeque todo o mérito do processo seletivo”, disse Paulo Litro.

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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