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Opinião

Coluna ADI-PR – Terça-feira 04 de Junho

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Guedes na CFT

O ministro Paulo Guedes (Economia) vai explicar os impactos econômicos da Reforma da Previdência nesta terça-feira (4) na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. “Somos a comissão temática ao tema. A ideia é esclarecer pontos que podem impactar a economia do país. Não pretendemos discutir questões como tempo de serviço e de contribuição. Isso será amplamente debatido pela Comissão Especial”, disse o presidente da CFT, deputado Sérgio Souza (MDB-PR).

 

100º transplante

Referência no Paraná, o Hospital do Câncer Uopeccan, de Cascavel, fez na última semana o centésimo transplante de fígado. “Esse número é muito importante tanto para Cascavel quanto para a região Oeste, Sudoeste, Centro-Oeste e Noroeste do Paraná. Os transplantes atenderam uma quantidade enorme de pacientes que tiveram acesso ao ambulatório e puderam tratar de uma doença potencialmente fatal que é a cirrose”, disse o médico Luís Cesar Bredt, coordenador o Centro Avançado do Fígado na Uopeccan

 

Agenda ou colapso

“Chegamos num ponto onde ou construímos essa agenda em conjunto ou vamos para o colapso. Vai entrar no colapso de ruptura das relações sociais. É nisso que vai chegar” – do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) que reiterou que os partidos hoje tratados “de forma pejorativa” por integrarem o chamado Centrão podem entrar para a história como os que “salvaram” o Brasil se ajudarem a aprovar medidas para impulsionar o crescimento.

 

Marito e Moro

O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benitez, e o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) lançaram na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, fronteira com Mato Grosso do Sul, a Operação Nova Aliança. A operação vai integrar as foças de segurança do Paraguai, Argentina e Brasil, combatendo o crime organizado, especialmente, a luta contra o cultivo e tráfico de maconha. O Paraguai é considerado o maior produtor da droga na América. A Secretaria Nacional Anti-drogas do Paraguai destaca que ao longo de décadas conseguiu em conjunto com a Polícia Federal, desmembrar esquemas de tráfico com alcance transnacional.

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Frango para a China

O aumento das exportações da carne de frango para a China tem gerado mais empregos no Paraná, em especial, na região Oeste, Segundo o setor, desde o início do ano já foram abatidos no estado – líder nacional da produção de aves – mais de 612 milhões de frangos.

 

Plano de Safra

A ministra Tereza Cristina (Agricultura) afirmou que o Plano Safra 2019/2020, previsto para ser lançado no dia 12 de junho, deverá ser feito nos mesmos moldes dos anos anteriores. “Vai ser igual aos outros. É um plano safra muito parecido”, ou seja, os mesmos R$ 220 bilhões destinados no ano agrícola 2018/2019.

 

Fruet, candidato

A convenção do PDT de Curitiba deixou claro que o candidato a prefeito em 2020 será o deputado Gustavo Fruet. Ele foi eleito presidente municipal e seu grupo passou a comandar o diretório da capital. O outro pré-candidato, deputado Goura foi eleito 3º vice-presidente. “Reafirmamos o compromisso de ter candidato próprio no ano que vem e em 2022 na disputa pelo governo. Vamos combater o atual modelo que prioriza luxos e gastos fúteis. Em outra frente castiga a população com os maiores aumentos de impostos e tarifas da história da cidade. Ainda por cima reduz a oferta de serviços públicos”, afirma Fruet.

 

Discioli no PTC

Nesta quinta-feira (6), o empresário Alexandre César Discioli, assume o PTC no Paraná. De Maringá, Discioli terá a missão de reestruturar e organizar o partido para as eleições de 2020. “Vamos organizar o partido no Estado e trabalhar as candidaturas a prefeito e vereador. Queremos contribuir com a construção do novo Paraná”, disse. A posse terá a presença do presidente nacional sigla, Daniel Tourinho, prefeitos e vereadores,no Ristorante Siciliano, em Curitiba, a partir das 19h.

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Revolta em Cambará

Um grupo de 100 pessoas abriu as cancelas da praça de pedágio de Cambará na BR 369 no Norte Pioneiro. Durante uma hora, motoristas puderam passar pelo trecho sem pagar tarifa. A manifestação aconteceu no mesmo dia em que a Econorte reabriu a praça, desativada desde 2002, e retomou a cobrança das tarifas – R$ 21,90 para carros e R$ 38,60 para caminhões. A Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar estiveram no local mas não interferiram no protesto.

 

Ação popular

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) e o prefeito de Camabará, Haggi Neto(MDB), decidiram entrar com uma ação popular para que a Justiça Federal reveja a decisão da reabertura e retomada da cobrança da tarifa na praça de Cambará na BR 369.

 

Parceria

Fomento Paraná e Fecomércio firmaram parceria que incentiva sindicatos filiados à federação a aderir ao credenciamento de correspondentes. A Fomento Paraná atua em 207 municípios. Os agentes operam com microcrédito de até R$ 10 mil para pessoa física e até R$ 20 mil para empreendimentos. Os correspondentes são autorizados a operações de crédito de R$ 20 mil a R$ 1,5 milhão para apoiar projetos de micro, pequenas e médias empresas. A instituição dispôs de R$ 1 bilhão em crédito concedido aos empreendedores paranaenses em todos os setores da atividade econômica.

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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