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Opinião

Coluna ADI-PR Terça-feira 28 de Maio de 2019

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Cida se movimenta

No sábado, 25, Cida Borghetti (PP) participou de três eventos políticos em Curitiba. Logo cedo, a ex-governadora foi à posse da nova diretoria do DC (antigo PSDC). O maringaense Valter Viana assumiu a legenda com a presença do presidente nacional, José Maria Eymael. Logo depois, Cida esteve na convenção do DEM onde reforçou o apoio ao prefeito Rafael Greca. À tarde, a ex-governadora reuniu mais de 300 mulheres de Curitiba, RMC e Litoral no evento “Mulheres que inspiram Mulheres” do Movimento Mulher Progressista.

 

Aumento proibido

O prefeito Delegado Caíque (PSDB) comemorou a decisão da Justiça que impediu o reajuste da tarifa da Sanepar em Paranavaí. “Diversas vezes fui chamado de aventureiro, demagogo e outras coisas que nem convém dizer. Porém, isso não me fez baixar a cabeça e desistir daquilo que sempre tive como propósito: defender o cidadão de Paranavaí. Essa liminar é a comprovação de que fazemos um trabalho sério e buscamos aquilo que é justo”, afirma.

 

Proibido II

A liminar concedida pela Justiça informa que em caso de descumprimento da decisão, a Sanepar terá uma multa diária de R$ 5 mil, podendo chegar ao valor máximo total de R$ 500 mil.

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Maconha medicinal

O deputado Goura (PDT) promove na quarta-feira (29), audiência pública sobre o uso medicinal da maconha “Mesmo com os resultados promissores do uso como medicamento, a burocracia, o preconceito e a falta de informação ainda são grandes obstáculos. É preciso lançar luz no debate sobre a regulação da cannabis medicinal”, defende Goura. Segundo ele, não há motivos para as restrições que os beneficiários dos medicamentos da maconha enfrentam no Brasil. “É uma situação absurda”, diz.

 

Maconha II

Já o STF deve retomar o julgamento da descriminalização do porte de drogas no começo de junho. O tribunal, conforme magistrados, deve descriminalizar o porte ao menos da maconha.

 

Apoio às reformas

Um grupo de entidades lançou campanha em apoio às reformas propostas pelo governo federal. A campanha – que prevê a instalação de outdoors em pontos estratégicos e banners em sites e redes sociais – terá como motes a defesa por mudanças no Sistema S e aprovação da reforma da Previdência e do pacote anticrimes do ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública). “Apoiar as mudanças na previdência, no sistema S e combate da violência e corrupção, são situações fundamentais para o futuro e dia a dia dos cidadãos”, disse Fábio Aguayo, presidente do Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares de Curitiba.

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Faep eleva o tom

A Faep elevou o tom na defesa do setor aeroagrícola contra o projeto de lei que visa a proibir a ferramenta aérea no Estado. Em editorial, a Faep chama a atenção duramente para as consequências imediatas que a medida provocaria. Entre elas, maior dificuldade de controlar pragas e doenças e a inviabilidade de culturas importantes, com a conta chegando na população: maior custo de produção = alimentos mais caros. “O campo não precisa deste retrocesso!!”.

 

Títulos cancelados

O TSE cancelou 2.486.495 títulos de eleitores por ausência nas três últimas eleições consecutivas. A maioria dos títulos cancelados está no Sudeste (1.247.066), seguido do Nordeste (412.652), Sul (292.656), Norte (252.108), Centro-Oeste (207.213) e 74.800 de eleitores residentes no exterior.

 

Mestrado de Dallagnol

O procurador federal Deltan Dallagnol retirou de seu perfil no twitter a informação de que é mestre em direito por Harvard. No Lattes, consta que Dallagnol concluiu nos EUA um curso de pós-graduação que foi revalidado como mestrado pela UFPR.

 

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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