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Ferroviário x Corinthians na Copa do Brasil pode ser em Londrina; Santos também cogita jogar na cidade

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A administração do Estádio do Café, em Londrina, recebeu consultas para a realização do jogo entre Ferroviário-CE e Corinthians pela primeira fase da Copa do Brasil, no dia 7 de fevereiro. O clube cearense confirma ter vendido o mando de campo para uma empresa que planeja levar a partida para o norte do Paraná, onde, em tese, a renda seria maior.

A CBF informou via assessoria de imprensa que não recebeu nenhum pedido de mudança de jogo até agora. O Corinthians também afirma não ter sido informado sobre o assunto.

O jogo não traria problema para o Londrina, time da casa, pois a equipe estreia na Copa do Brasil no dia 7 de fevereiro contra o Americano, mas no Rio de Janeiro.

O Santos também planeja jogar em Londrina. Daniel Gonzalez, gerente de embaixadas do clube, diz que consultou a administração do estádio sobre a possibilidade de mandar um jogo pela terceira rodada da Copa do Brasil, quando o Santos teria mando de campo, ou para a 11ª rodada do Paulista, na partida contra o Novorizontino, prevista para o dia 17 de março. A princípio, a data está está reservada para que o Londrina receba o Foz, pelo Paranaense.

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“Fizemos a consulta sobre os dois jogos, no Paulista, temos que ver se a Federação (Paulista de Futebol) autoriza jogos fora do estado, ou da Copa do Brasil, na terceira rodada, quando o Santos terá mando de campo. A intenção é que um jogo seja lá e outro em Presidente Prudente”,disse Gonzalez.

O presidente da Fundação do Esporte de Londrina (FEL), Fernando Madureira, que administra o Estádio do Café, disse que as consultas foram feitas, mas ainda há necessidade de avaliar o calendário para identificar se há possibilidade de que os jogos sejam realizados. O Estádio do Café é alugado pelo valor de R$ 25 mil por partida.

O Estádio do Café recebeu recentemente a partida entra Paraná x Palmeiras, pelo Brasileirão de 2018. O jogo foi vendido pelo Paraná Clube e teve um público de mais de 25 mil pessoas, em sua quase totalidade de torcedores do Palmeiras.

 

*G1 Paraná Esportes com colaboração de Roberto Leite, do GloboEsporte.com/CE e Leonardo Lourenço, do GloboEsporte.com/SP.

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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