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Operário e Cascavel FC empatam em teste para o Campeonato Paranaense

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Operário e Cascavel FC empataram sem gols em jogo-treino realizado na tarde deste sábado (05), no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa. A atividade serviu como um teste para o Campeonato Paranaense, que começa em duas semanas.

Vale lembrar que os clubes já tinham se enfrentado em outro jogo-treino no final de dezembro. Na ocasião, o Fantasma venceu por 1 a 0 no Olímpico Regional, com gol de Bruno Batata.

Os times fazem a estreia no estadual em 20 de janeiro, um domingo, às 17h. O Operário-PR visita o Paraná Clube na Vila Capanema, e o Cascavel FC recebe o Toledo no Olímpico Regional.

 

O Athletico chegou a um acordo com o Rosario Central e acertou com o atacante Marco Ruben por empréstimo até dezembro. O anúncio oficial depende apenas da realização de exames médicos.

Segundo informações, o Furacão deve pagar 200 mil dólares (R$ 744 mil na cotação deste sábado) pelo empréstimo do atacante. Além disso, a opção de compra, caso o Furacão queira a permanência dele para 2020, custará 1,9 milhão de dólares (R$ 7 milhões).

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O Athletico disputará seis competições em 2019. Enquanto os aspirantes jogarão o estadual, o time principal vai se concentrar na Recopa, na Libertadores, na Copa do Brasil, no Brasileirão e na Copa Suruga.

O Coritiba muda sua estratégia no mercado da bola e aposta em jogadores com o perfil da Série B. Felipe Mattioni, Fabiano e Welinton Júnior – os primeiros reforços anunciados pelo clube para 2019 – têm experiência na competição, que será a prioridade do clube no ano.

A avaliação de Argel Fucks é que as contratações de 2018 não tinham o “perfil da Série B”. Com isso, uma das prioridades do clube era buscar jogadores que conhecessem a competição.

“A Série B é um campeonato muito mais difícil que a Série A. Você precisa montar um time com o perfil da Série B, um time competitivo”, falou o comandante alviverde em novembro de 2018.

 

Após começar 2018 em alta e ter poucas chances ao longo do ano, o atacante Miullen está de volta ao Londrina em busca de uma sequência em campo.

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O jogador chamou a atenção na temporada passada ao ser um dos artilheiros da Copa São Paulo, com seis gols. Desempenho que o levou ao time principal do Tubarão, porém com poucas oportunidades. Em seguida, foi emprestado para a Chapecoense, alternando entre os aspirantes (fez duas partidas) e treinos com os profissionais.

Aos 20 anos, Miullen resumiu 2018 como um ano de aprendizado, até por ser o seu primeiro com profissional, mas não escondeu a frustração de não ter conseguido mais oportunidades. Feliz com a possibilidade de retornar ao Londrina, ele espera ganhar espaço no time, começando pelo Campeonato Paranaense.

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O amor nos tempos do coronavírus

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O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus está revelando um mundo pouco conhecido: aquele que se oculta e vibra nas casas, apartamentos, quartos, escritórios, garagens, oficinas – espaços agora transformados em palco central da vida, em substituição a shoppings, teatros, cinemas, academias, parques, ruas, bares, bancos, restaurantes. E o que vemos é uma vida que, embora sempre estivesse ali, parecia não existir até agora. Ou porque fomos indiferentes a ela ou porque não sabíamos o valor que tem.
Foi necessário um choque extremo de realidade para revelar o que deveríamos saber desde sempre: que precisamos de pouco para viver bem e que gastamos muito tempo e dinheiro com coisas sem importância.
Uma sinfonia nas sacadas, uma festa de aniversário online, o trabalho remoto, a teleducação são agora parte da rotina nova de uma vida que segue e vai aos poucos se adaptando. Mas, ao contrário de lamentar, essa mudança nos desperta a sensação de descoberta e nos emociona.
Nos emociona porque é nos momentos de crise que os valores que constituem a essência do ser humano se manifestam em sua plenitude: amizade, fraternidade, solidariedade, responsabilidade. 
De repente, desconhecidos tornam-se amigos, indiferentes se comprometem, distantes se unem e se fazem presentes. Sem pedir nada em troca, sem buscar lucro ou notoriedade, sem esperar uma medalha de reconhecimento ou um elogio de alguém poderoso – não, nada disso, o que fazemos é por prazer e por amor.
Onde estavam estes valores, expressos nas últimas semanas como sentimentos verdadeiros e de forma eloquente? Onde estava nosso compromisso inato de sermos humanos, no sentido amplo da palavra? Por onde andava o bom selvagem (aquele ser humano puro de que falava Rousseau)? Em que cômodo se escondeu o “um por todos e todos por um”?
Em que momento perdemos de vista o dever de estender a mão ao próximo em qualquer situação? Quando foi que esquecemos que somos todos iguais? Em algum momento nossa humanidade ficou menor.
Um inimigo invisível fez o favor de nos devolver a lucidez temporariamente perdida. Era assim antes do coronavírus: culpávamos o mundo contemporâneo, evoluído, competitivo, moderno, individualista, egoísta por essa perda temporária da noção do que devemos fazer e do que deixamos de fazer.
E usávamos o ritmo louco dos tempos atuais para justificar nossas omissões recorrentes. Como se estivesse fora do nosso controle a escolha entre certo e errado, justo e injusto, bem e mal. Mas não está, e o que fizemos confinados nos últimos dias é revelador da nossa capacidade de discernir e de superar obstáculos aparentemente instransponíveis.
Reinventamos quase tudo em tempo recorde. Ficamos em casa e redescobrimos o prazer das coisas simples que nos pareciam banais – fazer um bolo de banana, brincar com os filhos, estudar, ler, conversar, arrumar os armários, ver um filme antigo. 
E descobrimos que no jogo de baralho ganhar e perder são possibilidades com o mesmo potencial. Se há algo que o coronavírus nos trouxe de bom – ainda que isso pareça improvável – é que podemos sempre aprender mais e melhorar o que parecia perfeito.
Mas logo vem a dúvida: depois que esse período de reclusão passar qual será nossa atitude? Seremos mesmo pessoas melhores ou o velho e aprisionante egoísmo que nos espreita por puro deleite voltará a triunfar?
Por sorte o isolamento social que o vírus nos impôs é apenas físico, mas não intelectual nem emocional. E este é o nosso trunfo: evoluímos intelectualmente e amadurecemos emocionalmente. É impossível sair dessa como entramos; só podemos sair maiores. Muito maiores. E melhores.
Cida Borghetti
Embaixadora da Organização Mundial da Família (OMF)
Ex-Governadora do Paraná
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