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COMBATE AO CRIME

Estado recebe 100 fuzis do Exército para reforçar segurança pública

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Foto: DIvulgação AEN

Armamento será empregado pela Polícia Militar nos batalhões de fronteira e equipes especiais da corporação

 

O Governo do Paraná recebeu 100 fuzis calibre 7,62 mm M964 do Exército Brasileiro. A entrega simbólica foi feita pelo general Carlos José Russo Assumpção Penteado, comandante da 5ª Divisão  de Exército, ao governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta quinta-feira (13) no Forte do Pinheirinho, em Curitiba.

O armamento e os 200 carregadores que acompanharam a entrega foram direcionados para a Polícia Militar. Os fuzis serão empregados nos batalhões de fronteira e nas equipes especiais da corporação.

O governador destacou que as armas vão ajudar no trabalho de policiamento ostensivo e no combate ao tráfico. “O Exército Brasileiro tem nos ajudado muito nas fronteiras com o Paraguai e a Argentina. Essa parceria tem gerado as maiores apreensões de drogas da nossa história. São fuzis de grosso calibre e longo alcance, ou seja, armas pesadas para usar de forma estratégica”, afirmou Ratinho Junior. “Nossas equipes já começaram a preparação para usar esse armamento. Queremos estar sempre à frente do crime organizado”.

O governador afirmou que a Secretaria de Segurança Pública trabalha intensamente para modernizar a Polícia Militar e a Polícia Civil com novos equipamentos, armamentos e viaturas. “Reduzimos a violência urbana, os homicídios, furtos e roubos, e a média de solução de crimes em alguns locais do Estado ultrapassa os índices de países de primeiro mundo. Todo esse trabalho conta com a contribuição do Exército nas fronteiras. A parceria em Foz do Iguaçu e Guaíra tem sido exemplar”, acrescentou Ratinho Junior. “Os paranaenses agradecem esse apoio fundamental”.

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O chamado “fuzil de assalto leve” é utilizado pela Infantaria e pelos Fuzileiros do Exército Brasileiro. É um armamento de origem belga, mas essas armas foram fabricadas no País. O modelo é usado em exércitos de 90 nações e tem capacidade de disparar 120 tiros por minuto e alcance útil de 600 metros. É o armamento padrão das tropas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

“Atingimos três grandes objetivos com essa doação: dar mais condições para a Polícia Militar no enfrentamento contra a delinquência, o que possibilita combate diário com mais eficácia; reforçar os laços históricos das polícias com o Exército; e reconhecer o trabalho do Governo do Estado em prol da segurança pública”, disse o general Penteado. “Temos a certeza de que o armamento será entregue para profissionais que vão honrar o compromisso com a defesa da vida”.

 

SEGURANÇA PÚBLICA

O secretário da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, destacou que a distribuição de parte do armamento será amparada pelo georreferenciamento dos batalhões de fronteira. “Esses fuzis chegam em boa hora. Aumentamos o relacionamento com as forças federais nas fronteiras, e, com esse reforço, os policiais militares terão mais condições de igualdade para combater o contrabando e o crime organizado”, disse o secretário.

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Os fuzis também serão empregados para combater os assaltos a bancos. “A Polícia Militar do Paraná agradece o Exército Brasileiro. Essa amizade nasceu nos campos de batalha e se prolonga até hoje. Eles serão cedidos para combater as organizações criminosas e também para reforçar o combate às quadrilhas de roubo a banco”, explicou o coronel Péricles de Matos, comandante-geral da Polícia Militar do Paraná.

 

DOAÇÕES

A política de doações das forças federais ajuda as forças estaduais a modernizar o atendimento em prol da sociedade. Em 2018, a Polícia Civil do Paraná foi contemplada pelo Exército Brasileiro com a entrega de um caminhão que tem capacidade para transportar explosivos e adentrar em áreas de pouco acesso. O veículo de tração 6×6 está sendo utilizado pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre).

 

PRESENÇAS

Estiveram presentes na entrega o coronel Marcelo Murga da Silva, chefe do Estado-Maior da 5ª Divisão do Exército; o coronel Fabrício Ramires Pinto, chefe do Estado-Maior da 5ª Região Militar; e o tenente-coronel Welby Pereira Sales, Chefe da Casa Militar do Paraná.

 

 

Via: AEN.

 

 

 

 

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Política

Projeto flexibiliza regras para laqueadura e vasectomia

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Proposta de Denis Bezerra também permite que a esterilização seja feita durante o parto Foto: Agência Câmara de Notícias

O Projeto de Lei 4515/20 reduz de 25 para 20 anos a idade mínima para que brasileiros – homens e mulheres – optem pela esterilização voluntária. O texto também acaba com a exigência atual de o interessado ter pelo menos dois filhos vivos para tomar a decisão, caso não tenha a idade mínima.

A proposta, apresentada pelo deputado Denis Bezerra (PSB-CE) à Câmara dos Deputados, altera a Lei do Planejamento Familiar.

Consentimento
Em outro ponto, o projeto acaba com a exigência de consentimento expresso de ambos os cônjuges para a esterilização de um deles.

“Não se concebe mais que a decisão sobre o próprio corpo tenha de ser submetida ao aval de outra pessoa, ainda que seja o cônjuge. Por outro lado, critérios como número de filhos ou 25 anos não mais se sustentam. Uma vez que haja o aconselhamento devido e a decisão consciente, não há motivo para impor essas barreiras”, defende Denis Bezerra.

Ele acrescenta que, no Brasil, ainda é comum que mulheres engravidem muito jovens, muitas vezes tendo, aos 20 anos, o número de filhos que considera ideal. “A autonomia de decidir sobre o corpo deve ser preservada a todo custo, sem interferências externas, seja do parceiro ou do Estado”, diz ainda.

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Esterilização no parto
A proposta revoga ainda a proibição atual de esterilização cirúrgica em mulher durante o parto ou aborto. A lei vigente só permite a cirurgia, nessas situações, se a mulher tiver se submetido a sucessivas cesarianas anteriores.

“A laqueadura, 60 dias pós o parto ou mais tarde, implica nova internação, novo procedimento anestésico, com necessidade de recuperação e alteração da rotina. Tudo isso associado à dificuldade de conseguir vaga nas agendas de diferentes profissionais e unidades de saúde”, argumenta.

Lei atual
Além de impor idade mínima de 25 anos ou dois filhos como condição para a esterilização voluntária, a legislação vigente fixa prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico, para que o cidadão seja aconselhado por equipe multidisciplinar, a fim de desencorajar a esterilização precoce.

A lei atual também permite a esterilização voluntária em caso de risco à vida ou à saúde da mulher ou do bebê.

A esterilização cirúrgica como método contraceptivo, no Brasil, só pode ser executada por laqueadura tubária, vasectomia ou outro método cientificamente aceito, sendo vedada por meio de histerectomia (remoção do útero) e ooforectomia (remoção dos ovários).

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

 

VIA: Agência Câmara de Notícias

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