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MAIS SEGURANÇA

Parlamentares querem que rodovias pedagiadas contem com ciclovias

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Foto. Divulgação ALEP.

Os deputados querem que, dentre as obras obrigatórias nas novas concessões, esteja a implementação de ciclovias nos trechos pedagiados, sobretudo na área urbana. O objetivo é de garantir a segurança viária nas rodovias do Estado, já que os acidentes nestes espaços envolvendo ciclistas costumam ser bastante graves. O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) defendeu nesta segunda-feira (26), o encaminhamento de requerimento, onde exige que essa benfeitoria conste no rol de obrigatoriedades das empresas concessionárias.

“É importante que as empresas que queiram explorar o pedágio no Paraná, incluam a implantação de ciclovias como obras prioritárias, pois essa infraestrutura é de grande valia às pessoas que diariamente se deslocam entre os municípios interligados pelas rodovias, a fim de trabalhar ou estudar utilizando a bicicleta como meio de transporte. Será um dispositivo a mais para garantir a segurança dos ciclistas, trabalhadores ou esportistas, que precisam de espaço seguro para o trafego sobre duas rodas”, justifica Romanelli.

O pedido é reforçado pelos parlamentares que integram a Frente Parlamentar do Pedágio. A proposta é assinada também pela deputada Luciana Rafagnin (PT) e pelos deputados Arilson Chiorato (PT), Goura (PDT), Delegado Jacovós (PL), Gilson de Souza (PSC), Subtenente Everton (PSL), Requião Filho (MDB), Boca Aberta Júnior (PROS), Tadeu Veneri (PT), Professor Lemos (PT) e Tercílio Turini (CDN). O requerimento será encaminhado ao ministro da Economia Paulo Guedes e ao presidente da EPL (Empresa de Planejamento e Logística), Arthur Luis Pinho de Lima.

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Política

Deputados avaliam possíveis vacina da covid-19 para o Paraná

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Foto. Divulgação ALEP.

Integrantes da Frente Parlamentar do Coronavírus iniciam uma série de visitas às fábricas dos institutos e fundações parceiros na produção das vacinas contra a covid-19

 

Deputados da Frente Parlamentar do Coronavírus, da Assembleia Legislativa do Paraná, iniciam a série de visitas às fábricas dos institutos e fundações parceiros na produção das vacinas contra a covid-19. Nesta sexta-feira (20), a partir das 9 horas, os parlamentares estarão no Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná) em Curitiba e às 11 horas o encontro será no Instituto de Biologia Molecular do Paraná, órgão vinculada à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), responsável pelo processamento a maior parte de testes de covid-19 no Estado.

O Governo do Estado firmou parceria, através do Tecpar, com a Rússia para produção da vacina Sputink V. A Pfizer já confirmou que terminou a terceira fase, a última, da vacina que será produzida e o Governo de São Paulo recebeu nesta quinta-feira (18), o primeiro lote de 120 mil doses da Coronavac pelo laboratório chinês Sinocav.

“As notícias são boas. Temos várias vacinas que estão concluindo a terceira fase dos estudos, mas que no Brasil ainda precisam ser aprovadas pela Anvisa. Acredito que no primeiro trimestre já teremos doses à disposição das autoridades sanitárias brasileiras”, disse o deputado Michele Caputo (PSDB), coordenador da Frente.

Ainda estão previstas visitas a institutos e fundações em São Paulo e Rio de Janeiro. No dia 26 (quinta-feira), os deputados da Frente estarão no Instituto Butantã em São Paulo para conferir detalhes da Coronavac, vacina produzida em parceria do Governo de São Paulo com o laboratório chinês Sinovac. E também, em São Paulo, está agendada uma reunião com a diretoria da Pfizer que também entrou na corrida pela vacina e adiantou que pode dispor de “milhões” de dose ao Brasil.

 

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Qual vacina?

Outra provável visita se dará na Fiocruz no Rio de Janeiro, onde será produzida a vacina da parceria entre o Governo Federal, o laboratório Astrazeneca e Universidade de Oxford, na Inglaterra. “No Paraná, temos R$ 200 milhões para compra da vacina. São R$ 100 milhões repassados ao Estado pela Assembleia Legislativa do Paraná e mais R$ 100 milhões previstos no orçamento de 2021”, disse Michele Caputo.

“Para nós não importa se a vacina venha ser russa, chinesa, americana ou europeia, o importante que se mostre segura, amplamente eficaz e registrada na Anvisa. Após essas visitas, faremos um relatório para subsidiar o Governo do Paraná sobre o estágio de produção, registro, preços e disponibilidades”, disse o deputado.

“Até lá, o importante é seguir os protocolos de segurança, usar máscara, procurar o isolamento social, evitar as aglomerações e manter os cuidados de higiene como lavar as mãos e usar o álcool em gel. Até porque todos os dados indicam que há recrudescimento da doença” completou Michele Caputo.

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VIA: ALEP.

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