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SEMANAS DIFÍCEIS

Covid-19 no Paraná: Guto Silva faz alerta e diz que governo avalia medidas mais duras

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Guto Silva faz alerta e diz que governo avalia medidas mais duras
AEN/DIVULGAÇÃO

 

Guto Silva, chefe da Casa Civil e braço direito do governador Ratinho Junior (PSD), fez um alerta contra a covid-19 no Paraná nesta sexta-feira (26). Segundo ele, os técnicos avisaram que as próximas semanas serão duras no combate à pandemia.

“Gostaria de compartilhar com vocês a minha preocupação com os próximos 15 dias. Estamos fazendo todo o trabalho de ampliação do sistema de saúde, testes etc, mas hoje recebi novo alerta dos técnicos que as próximas semanas serão duríssimas”, disse.

“Por favor, orientar amigos e familiares pra buscarem o isolamento pois a situação é muito grave. Estamos avaliando medidas mais duras para os próximos dias, mas será a consciência da população que garantirá sairmos desta pandemia o mais rápido possível”, completa ele no alerta que está sendo compartilhado nas redes sociais.

A veracidade do texto foi confirmada pelo próprio Guto Silva ao Paraná Portal.

CASOS DE COVID-19 TRIPLICARAM NO PARANÁ NESTE MÊS

Conforme o último boletim da Sesa (Secretaria de Estado da Saúde). o Paraná registra 17.618 casos e 526 mortes por coronavírus.

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O número mais que triplicou em relação aos dados do dia 1º de junho, quando o Estado tinha 4.835 casos. O número mais que triplicou no dia 22 e pode quadruplicar ainda neste mês caso o ritmo de crescimento siga o mesmo nos próximos dias.

O recorde de confirmações em 24 horas foi na última quarta-feira (24), quando 1.094 contaminados foram incluídos no balanço do governo estadual.

A semana passada ficou marcada pela “explosão” de casos, alertada pelo presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Clóvis Arns, e pelo Conselho Regional de Medicina. Agora, é o governo quem emite o alerta.

POR ENQUANTO, GOVERNO APOSTA NA CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO 

Até o momento, o governo do Paraná e a prefeitura de Curitiba seguem apostando na conscientização da população no uso de máscaras, distanciamento social e evitar aglomerações. Contudo, o transporte coletivo segue sendo o principal obstáculo da administração.

Os últimos decretos estaduais, publicados no fim da semana passada, proibiram o consumo e venda de bebidas alcoólicas no Estado e limitaram os horários de atividades comerciais em Curitiba e Região Metropolitana. Ratinho Junior enxerga que a Covid-19 está atuando de forma mais rápida e forte em Curitiba e por isso a Região Metropolitana deve seguir as mesmas regras da capital.

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Por isso, shoppings centers devem funcionar das 12h às 20h, de segunda a sexta-feira, e o comércio apenas das 10h às 16h. Contudo, os comerciantes de Curitiba não flexibilizaram o horário de trabalho dos funcionários, o que fez com que o decreto não surtisse efeito.

Por enquanto, tanto a prefeitura de Curitiba quanto o governo do Paraná descartam o lockdown. Mesmo assim, ontem (25), um grupo de empresários protocolou um abaixo-assinado, com mais de 15 mil assinaturas, que pede o fechamento total em Curitiba.

FONTE: PARANÁ PORTAL

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Cidades

Falta de insumos e de profissionais são hoje os maiores problemas do Paraná no enfrentamento à pandemia

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Foto: Reprodução/Internet

Atualmente, são dois os principais problemas que o Paraná enfrenta em meio à pandemia do coronavírus. Segundo anunciou ontem o governador Ratinho Junior e o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, os hospitais paranaenses já sofrem com a falta de insumos (sedativo para intubação) e a falta de intensivistas (que é o profissional especializado para trabalhar em UTIs). Essas duas questões, inclusive, foram as principais justificativas para que o governo estadual decretasse ‘quarentena mais restritiva’ em sete regionais de saúde a partir de hoje.

Segundo Ratinho Junior, no último final de semana houve até um hospital particular de Curitiba, cujo nome não foi revelado, que chegou a ficar no último sábado sem sedativos para os mais de 20 pacientes com Covid internados em UTI. A solução do Estado,e ntão, foi emprestar 50 ampoulas de um medicamento e mais 100 de um outro, para que o estabelecimento de saúde pudesse manter os pacientes intubados, explicou Beto Preto.

“Esse é um problema que não é só do Brasil, no mundo está acontecendo isso. É uma situação gravíssima. Aquilo que era o problema respirador até 40, 60 dias atrás, passou a ser o medicamento para relaxar o paciente, para ser intubado”, disse ontem Ratinho Junior.

“Nossos estoques vão mais uns dias, mas aguardamos uma tomada de posição do Ministério da Saúde para que possamos regularizar nossos estoques”, complementou o secretário de Saúde, revelando ainda que o consumo de medicamentos sedativos, como Propofol, Midazolam e Fentanil cresceu cerca de 500% em relação à média histórica, uma vez que os pacientes que são intubados precisam ficar sedados. “Então é uma situação grave, grave”.

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‘Não adianta abrir mais leitos se não há profissionais’

O outro problema que o estado e o Brasil como um todo encaram é a falta de intensivistas. Nos últimos tempos, o Paraná investiu fortemente na abertura de leitos UTI e enfermaria para poder dar conta da demanda de pacientes contaminados pelo novo coronavírus. Acontece, contudo, que a capacidade de ampliação do atendimento está chegando no limite, e esse limite se dá nem tanto pela falta de capacidade de abertura de novos leitos, mas sim pela dificuldade em se conseguir mais profissionais para atender a população.

“Mesmo que a gente abra mais leitos de UTIs, você tem dificuldade de ter mais profissionais. Então nós precisamos fazer com que essa curva perca sua velocidade para que toda essa estrutura que nós já temos possa suportar esses atendimentos, já que nós temos, inclusive, escassez de mão de obra”, declarou Ratinho Junior.

“Nós estamos chegando no limite. Os profissionais que atuam em unidade de terapia intensiva estão acostumados a trabalhar na tênue linha entre a vida e a morte. Nós temos casos que vão par UTI que precisam da mão do intensivista. Existem outras especialidades que ajudam também, mas os especialistas são os intensivistas, e esses intensivistas também é finito, não existe à disposição no mercado”, emendou Beto Preto.

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Via: Banda B.

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