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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro diz que Brasil e China estão bem e pede ajuda com coronavírus

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Agência Brasil

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Alan Santos/PR

Presidente da China, Jinping, com Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (20) que não há nenhum problema entre os governos do Brasil e da China e que pode entrar em contato com o governo chinês para pedir auxílio no combate à pandemia de Covid-19.

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“A questão do vírus lá, que a curva [de novos casos] está em descendência, os hospitais estão sendo desativados. O que foi utilizado para chegar a esse ponto, se houver necessidade, vou ligar para o presidente Xi Jinping [para perguntar]. Faz parte do meu ofício tomar uma atitude como essa”, disse Bolsonaro .

O governo do Distrito Federal informou nesta sexta-feira que solicitou auxílio da China , “de qualquer natureza”, para o combate do novo coronavírus na capital, como doação de suprimentos e equipamentos médicos, assim como indicações de empresas que possam colaborar na contenção da pandemia.

De acordo com Bolsonaro, os governos dos estados têm essa liberdade, e o governo federal está fazendo o mesmo. “Nós mesmos estamos fazendo contato com a China porque eles estão agora com material excedente lá”, disse. Segundo o presidente, a empresa Vale também está comprando suprimentos do país asiático para doar ao governo brasileiro e pediu ajuda para o desembaraço alfandegário.

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Ao deixar o Palácio da Alvorada nesta manhã, o presidente foi questionado sobre a publicação de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), responsabilizando o governo chinês pela pandemia de coronavírus. Em resposta, a Embaixada da China no Brasil disse que a postagem prejudica “a boa imagem do Brasil no coração do povo chinês”.

Nesta sexta, o presidente Bolsonaro ressaltou que não quer “criar clima” com o governo chinês e que o comércio entre os dois países se mantém. “O que o parlamentar veio a escrever ou não [não importa]. Eles vivem criticando o governo americano por minha causa e ninguém fala nada”, disse.

Medidas extremas

O presidente também afirmou nesta sexta-feira (20) que algumas medidas adotadas pelos governo estaduais contra a disseminação do coronavírus são “extremas”, como fechamento de aeroportos e do comércio. Para ele, o Poder Púbico tem que evitar que a curva de disseminação do vírus seja muito acentuada, mas os governos têm que tomar decisões equilibradas para que outros problemas não apareçam.

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“Não podemos entrar na situação do pânico que piora a situação no Brasil. Tenho que falar a verdade e transmitir tranquilidade ao povo brasileiro. Tem certos governadores que estão tomando medida extremas que não compete a eles, fechar aeroporto, rodovias, fechar shopping , feiras. O comércio para, e o pessoal não tem o que comer”, disse. “E uma pessoa com a alimentação deficitária é mais propensa a pegar o vírus e levar a óbito”, argumentou.

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Para Bolsonaro , é preciso conscientizar a população que pode se manter em casa, mas não é possível impedir o direito de ir e vir. “Não podemos levar para o extremismo. Pessoas estão preocupadas em casa e não tem como vender uma mariola no sinal porque o trânsito diminuiu, o pessoal da informalidade está em casa, vai faltar alimento para eles”, disse, falando sobre o voucher criado pelo governo para os trabalhadores informais. O Brasil tem hoje 647 casos confirmados de Convi-19 e sete mortes.

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Nacional

Após reclamação do governo, Silvio Santos cancela edição do jornal do SBT

As informações são da Coluna de Maurício Stycer, do Portal UOL

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Nos bastidores do SBT, a notícia de que Silvio Santos mandou exibir uma reprise do programa “Triturando” no horário do “SBT Brasil” neste sábado (23) deixou o departamento de jornalismo em choque.

A coluna ouviu de quatro funcionários da emissora que a decisão teve motivação política. Procurado, o SBT não se pronunciou. As informações são da Coluna de Maurício Stycer, do Portal UOL.

Silvio Santos ouviu reclamações de que a edição de sexta-feira do “SBT Brasil” desagradou ao governo. O tema principal do telejornal, como não poderia deixar de ser, foi a divulgação do vídeo da reunião ministerial ocorrida em 22 de abril.

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