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SAÚDE

Pedro Lupion viabiliza respiradores hospitalares para o hospital de Ibaiti

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Foto: Divulgação

O deputado federal Pedro Lupion (DEM) atendeu o pedido feito pelo prefeito Dr. Antonely de Carvalho ainda no início da Pandemia, através do Ofício de nº 129/2020 de 27 de março de 2020. Neste ofício o prefeito solicitava ao deputado sua intercessão junto ao Ministério da Saúde, para a liberação de 04 (quatro) RESPIRADORES MÊCANICOS HOSPITALARES destinandos ao Hospital do Município de Ibaiti, atualmente onde está funcionado a Unidade de Teste Triagem e Tratamento da COVID-19.

Os quatro equipamentos foram entregues na segunda-feira (29), e irão qualificar ainda mais os serviços e suporte de atendimento aos pacientes acometidos de COVID19, e que possam ter seus quadros clínicos agravados com necessidade de intubação e ventilação mecânica. Dois (02) aparelhos serão usados na Unidade Hospitalar e dois (02) nas Unidades Móveis (para transferência de pacientes).

O Ministério da Saúde já distribuiu 2.651 equipamentos para 22 estados brasileiros. As entregas reforçam a assistência hospitalar dos municípios no enfrentamento da pandemia.

Segundo o Ministério da Saúde esta compra e distribuição dos ventiladores pulmonares é parte do apoio estratégico do Governo do Brasil no atendimento aos estados. As entregas levam em conta a capacidade instalada da rede de assistência em saúde pública, principalmente nos locais onde a transmissão está se dando em maior velocidade. A aquisição destes equipamentos é de responsabilidade dos estados e municípios. Mas, diante do cenário de emergência em saúde pública por conta da pandemia do coronavírus, o Ministério da Saúde utilizou o seu poder de compra em apoio irrestrito aos gestores locais do SUS.

O Ministério da Saúde assinou, até o momento, cinco contratos com empresas brasileiras para a produção de 16.252 ventiladores pulmonares, sendo: 6.500 com a Magnamed, no valor de R$ 322,5 milhões; 4.300 com a Intermed, no valor de R$ 258 milhões, 3.300 com a KTK, no valor de R$ 78 milhões, 1.202 com a empresa Leistung, no valor de R$ 72 milhões, e 950 com a WED, no valor de R$ 57 milhões.

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Para o Prefeito Dr Antonely os quatro novos respiradores serão de grande ajuda e serventia nos tratamentos médicos dos pacientes contaminados com cobid-19.

“Deixo aqui os agradecimentos ao Deputado Federal Pedro Lupion e sua equipe em nos auxiliar junto ao Ministério da Saúde, para que Ibaiti recebesse esses importantes equipamentos para tratamento dos pacientes da pandemia do covid-19. Agradeço também ao Ministério de Saúde pela chegada dos equipamentos em nosso município”, disse o prefeito Dr. Antonely.

 

Via: Assessoria.

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Política

Aprovado pela Assembleia projeto do Governo do Estado que restabelece parcelamento de ICMS

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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

A proposta do Poder Executivo que trata do parcelamento de dívidas relativas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) durante sessão plenária remota desta segunda-feira (23).

O projeto de lei 645/2020 restabelece os termos de acordo de parcelamento do imposto dos contratos que foram cancelados por inadimplência em decorrência do não pagamento das parcelas de março a junho de 2020.

O projeto passou em primeiro e segundo turnos. Sem ter recebido emendas e com a dispensa de votação da redação final aprovada, o texto segue agora para sanção do governador Ratinho Junior.

“É mais uma iniciativa do Governo do Estado para dar apoio às empresas que não conseguiram, por conta desse período turbulento de pandemia do novo coronavírus, honrar com seus compromissos financeiros”, destacou o deputado estadual Cobra Repórter (PSD), vice-líder do Governo.

De acordo com a proposta, o restabelecimento do contrato fica condicionado ao “pagamento integral das parcelas vencidas em até noventa dias contados do primeiro dia do mês seguinte à reativação do Termo de Acordo de Parcelamento”.

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A medida não implicará na dispensa do pagamento de multas e juros sobre as parcelas vencidas e o pagamento das demais parcelas seguirão as datas originas do contrato com as mesmas condições acordadas na época da assinatura do parcelamento. Portanto, ressalta o Governo, inexiste assim qualquer medida de renúncia fiscal.

 

VIA: Assessoria.

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