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Política

Prefeito Angelo Vigilato faz balanço do primeiro ano de mandato em Japira

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O prefeito do município de Japira, Angelo Marcos Vigilato (PSD), acompanhado de seu vice Paulo José Morfinati (PSD), concedeu entrevista ao jornal Folha Extra fazendo um balanço sobre as ações realizadas durante o primeiro ano de sua gestão.

Vigilato começou falando sobre as dificuldades enfrentadas no início de seu mandato. “Assumimos a gestão com bastante desafios. Tomei posse após a eleição suplementar em dezembro de 2018 e, a partir disso, pegamos uma gestão com bastante dificuldades e buscamos reconstruir a credibilidade da prefeitura. Com muito trabalho, conseguimos pagar fornecedores, colocar as contas em dia e organizar a casa, inclusive, com recursos próprios”, comentou.

Apesar dos obstáculos, o prefeito destacou obras que foram realizadas pela prefeitura. “Foi realizado a troca do telhado da prefeitura, calçamos a rua em frente à escola, fizemos trabalhos de urbanização do nosso município, instalação de academias ao ar livre, calçamento na vila Japuira entre outras obras que estão sendo realizadas na cidade”, disse.

De maneira especial, Angelo destacou a conclusão da reforma da escola municipal como algo especial neste um ano de mandato. “A Escola municipal Dr. Sandro Augusto Luigi de Oliveira estava com as obras paradas devido a pendências de documentos e, com muito empenho, nós conseguimos trabalhar para regularizar esta situação, concluir os serviços e entregar esta instituição tão importante para educação da população do nosso município. Assumimos a prefeitura com o objetivo de entregar esta escola e, felizmente, conseguimos”, comemorou.


Com a casa mais organizada, o prefeito explicou que ele e sua equipe vem buscando dar continuidade a outras obras importantes para o município. “Estamos trabalhando para dar continuidade a outras obras que estão paralisadas, como a Unidade Básica de Saúde, a Super Creche e a Escola Quatro Salas que, inclusive, está prestes a ser retomada já com a ordem de serviço. São situações que não são fáceis de resolver por que já vem se acumulando de outros anos, mas estamos empenhados em dar soluções para nossa população”, explicou.

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Para conseguir realizar estas ações, Vigilato explica que sua gestão vem fazendo economias para poder aplicar recursos próprios. “Fizemos o encerramento da locação de veículos e conseguimos adquirir um veículo próprio para o município, o que gera economia para a gestão. Nós buscamos sempre fazer economia e otimizar o serviço público. Um exemplo é a coleta de lixo que rescindimos o contrato com a empresa terceirizada e a prefeitura assumiu essa tarefa, o que gerou uma economia de R$ 8 mil para o município”, comentou.

O prefeito ainda falou sobre os trabalhos de recuperação da frota e serviços em prol da população rural do município. “Fizemos um investimento alto na manutenção dos maquinários em torno de R$ 500 mil, pois tinham máquinas em situações bem críticas. Mas buscamos recuperar estes veículos para poder atender as manutenções das estradas rurais e dar condições para os produtores e moradores da zona rural se deslocarem e transportar suas produções com segurança”, destacou.

Nesta semana, Angelo esteve em Curitiba e trouxe mais motivos para se comemorar. “Houve a liberação de recursos para os municípios e, através do deputado Romanelli, conseguimos fechar o convênio de tubos de concreto que são muito importantes para que possamos fazer a manutenção das estradas rurais e vias urbanos. Com apoio do deputado, também conquistamos a doação de dois veículos que vão ajudar a atender as demandas que temos no município”, finalizou.

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Política

Contratos de 102 municípios são investigados pelo Tribunal de Contas do Paraná

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Foto: Reprodução/Internet

No segundo balanço realizado desde o início da pandemia, a comissão especial criada pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) para analisar gastos de prefeituras com a Covid-19, em conjunto com o acompanhamento realizado pelo Ministério Público de Contas (MPC-PR), identificou aproximadamente 120 indícios de ilegalidades e irregularidades em 233 processos avaliados. As entidades estão agora sendo notificadas para que promovam a correção dos processos, sob pena de diversas sanções aos ordenadores de despesas e demais envolvidos.

O trabalho vem apontando desde compra de produtos na área da saúde com sobrepreço até contratações que não têm relação com o combate ao coronavírus e utilizam indevidamente a legislação específica para esta finalidade. A comissão do TCE-PR já identificou, entre outras irregularidades, a falta de justificativa dos quantitativos adquiridos, o pagamento de materiais com preço superior ao do mercado,  a aquisição de bens e serviços não vinculados com o combate à Covid-19  e a continuação de processos licitatórios de forma presencial, ignorando as ferramentas tecnológicas disponíveis para a realização do pregão eletrônico.

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Outra preocupação recorrente da comissão tem sido a contratação de serviços médicos intermediados por empresas, com a identificação de casos nos quais os municípios ficam sem qualquer tipo de controle sobre a prestação do serviço e a produtividade. “Os municípios precisam equilibrar a urgência que o momento exige com um mínimo de planejamento, especialmente agora em que enfrentam queda na arrecadação”, afirma o coordenador-geral de Fiscalização do TCE-PR, Rafael Ayres.

 

Serviços médicos


Um dos processos avaliados pela comissão do Tribunal de Contas aponta ausência de critérios de fiscalização e controle na execução dos serviços de um contrato em vigor no Município de Flórida (Norte do Estado). Pelas informações prestadas pela própria administração municipal, teria havido apenas um atendimento na localidade destinada à prestação dos serviços específicos atinentes ao contrato, que já vigorava há mais de um mês.

Apontou-se ainda que a contratação não foi precedida da adequada pesquisa de preços, ante a consulta de potenciais fornecedores que aparentemente pertenciam ao mesmo grupo societário, o que resultou em uma contratação de profissionais a um custo correspondente a três vezes a remuneração paga aos médicos efetivos do município.

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Máscaras

Em outra análise, os técnicos do Tribunal verificaram processo da Prefeitura de Santo Antônio do Sudoeste para a aquisição de máscaras descartáveis. O processo, que resultou na contratação da empresa do irmão de um vereador, reuniu indícios de que foram ignorados os requisitos de habilitação jurídica (empresa de ramo distinto para máscaras cirúrgicas) e técnica (emissão pela própria Câmara Municipal), além de um sobrepreço de 100% se comparado com outro município e 37% se comparado com outra aquisição do próprio município.

 

Via: TCE/PR

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