Aconteceu durante toda esta sexta-feira (9) a audiência que determinará a sentença de 18 pessoas detidas no mês de dezembro em São José da Boa Vista. O procedimento transcorreu no Fórum Judiciário da Comarca, localizado em W. Braz, com duração de mais de doze horas. Durante a audiência foram ouvidas as testemunhas; dados da investigação descritas pelo delegado Miguel Chibani e policias do Serviço Reservado da Polícia Militar, além dos depoimentos dos próprios acusados, dentre os quais existem menores e mulheres envolvidos.

A rua foi interditada e foram mobilizados policiais militares, civis e da Rotam para fazer a escolta dos réus.

ALVORADA

A operação intitulada Alvorada, iniciou na madrugada de 19 de dezembro de 2016 envolvendo aproximadamente 20 policiais das equipes da Polícia Militar, Civil, agentes do serviço reservado da PM, Canil, Rotam e Radio Patrulha.

O cumprimento dos mandados foi intitulado como uma das maiores operações já registradas na região. Os indiciados respondem por diversos crimes como tráfico de drogas, associação ao tráfico, corrupção de menores, ameaça, posse ilegal de arma de fogo e entorpecentes, tentativa de homicídio e extorsão.

Alguns envolvidos tinham ainda ligações estreitas com detentos que já se encontravam na 36ª Delegacia de Polícia, chegando a cumprir ordens emanadas de dentro do presídio.

A operação foi realizada na Vila Toco, Vila Nossa Senhora e no centro da cidade. A faixa etária dos acusados varia entre 18 e 32 anos. Ao todo foram realizadas buscas em 7 residências.

Em uma das residências, localizada no centro da cidade, os PMs encontraram uma espingarda da marca “boito” no calibre 36 com duas munições intactas. Como o acusado não se encontrava na residência, os PMs realizaram a condução da esposa do indivíduo à delegacia.

Os PMs apreenderam também, além dos produtos anteriormente citados, 6 aves silvestres, munições, e materiais utilizados na fabricação de munições, tais como: pólvora, chumbo e espoleta.

Foram meses de investigações e escutas até que fossem reunidas provas para autuar a quadrilha, quando os suspeitos começaram a ser monitorados através de escutas telefônicas, o que levou a constatação da existência da rede de comércio de entorpecentes.

6 COMENTÁRIOS

  1. Primeiramente meu caro anônimo, para você que é leigo que já deu para perceber. Houve um julgamento e não uma sentença!!!

  2. Certeza que não vai ser condenado, afinal eles são vendedores de drogas, e no Brasil só vai pra cadeia quem trabalha.

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