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7 lugares para se sentir e conhecer a Itália sem sair do Brasil

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A Itália é o país com mais mortes pelo coronavírus fora da China e desde o começo da semana anunciou quarentena em diversas regiões para conter o avanço do vírus. Consequentemente, viagens a turismo ficaram inviáveis nesse período.

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Para você que sempre sonhou em conhecer a região, mas está com medo da disseminação da doença, o iG Turismo com o Viajala e a empresa Andanzas , separou alguns roteiros italianos dentro do Brasil que irão te transportar para o território europeu.

Confira abaixo sete dicas e planeje o seu próximo feriado:

Caminhos de Pedra: história da colonização italiana em Bento Gonçalves (RS)

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Reprodução/Flickr

Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, é muito conhecido como um pedaço da Itália no Brasil

Há 15 minutos de Bento Gonçalves existe o “Caminhos de Pedra”, uma rota turística de 12 km onde os visitantes encontram atrações voltadas ao resgate do patrimônio cultural dos imigrantes italianos que chegaram ao Rio Grande do Sul em 1875.

A presença italiana está em todos os lugares, desde o sotaque até no nome das ruas e estabelecimentos, em sua maioria fazerem referência às famílias. As casas históricas, feitas de pedras e madeira, dão o ar que completa o passeio. 

“Caminhos oferece ao turista um mergulho no folclore, na arte e na peculiar rotina de algumas famílias italianas que chegaram na Serra Gaúcha”, comenta a Andanzas, empresa que organiza passeios turísticos na Itália.

No “Caminhos”, o turista encontrará bons restaurantes, criação de ovelhas, casa de massas, plantação e casas de tomates, um moinho de fabricação de erva mate, vinícolas, e no final, poucos turistas sabem, reside em um dos maiores escultores de pedra basalto do Brasil, Bez Batti.

Nova Veneza, um pedaço da Itália em Santa Catarina

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Reprodução

Nova Veneza é uma cidade inspirada na homônima da Itália

A cidade de Nova Veneza, localizada a 230 km de Florianópolis, é charmosa e atrai turistas e fãs da cultura italiana. O lugar recebeu o nome de “Nuova Venezia” em homenagem aos imigrantes vindos da região do Vêneto, no nordeste da Itália, no ano de 1891.

Até hoje a cidade mantém os costumes e tradições da culinária mediterrânea, da arquitetura em portais e praças, nas artes, e em detalhes que se mantiveram originais como nomes de lojas, placas de sinalização em duas, línguas e casas típicas. Casarões tombados pelo patrimônio histórico, ruas ladrilhadas, e máscaras venezianas complementam o cenário.

A praça central Humberto Bortoluzzi abriga a gôndola Lucille, uma embarcação legítima que já percorreu os canais de Veneza no passado – apenas quatro gôndolas originais foram doadas pelo governo italiano.

Passeio “Caminho Italiano” em Nova Trento e São João Batista

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Wikipedia

A cidade de Nova Trento

A cidade de São João Batista é um dos maiores polos da indústria de calçados do Sul do Brasil e nesse tour é possível conhecer um pouco mais sobre a importância dos imigrantes europeus para o desenvolvimento econômico e cultural do estado.

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No “Caminho Italiano”, vale uma parada na pequena cidade de Nova Trento, colonizada por imigrantes oriundos do Trentino Alto Ádige, Norte da Itália. Lá encontra-se uma vinícola artesanal que, além de produzir vinhos e sucos, comercializa produtos coloniais. Tem também o Museu do Imigrante com um completo acervo de histórias e relatos.

A cidade também é uma opção para quem aprecia destinos religiosos. Nova Trento abriga o Santuário de Madre Paulina, a primeira Santa brasileira canonizada pelo Papa em 2002. O tour ainda passa no Sítio Nona Lurdes, uma propriedade rural que serve em seu restaurante um buffet típico italiano caseiro.

A presença italiana na cidade de São Paulo

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Divulgação/ViajaNet

O Bixiga é um dos bairros mais tradicionais de São Paulo

A herança italiana é bastante presente na capital paulista. As festas com feiras gastronômicas preenchem praticamente todo o calendário anual da cidade, além dos institutos culturais italianos que trazem um repertório rico sobre o país.

Confira abaixo uma sugestão de roteiro da Andanzas com as coisas mais legais para visitar na cidade.

Bixiga

O bairro do Bixiga, localizado na região central da cidade, é famoso por abrigar um grande número de cantinas tradicionais italianas. Formado por imigrantes italianos, o bairro preserva a cultura na arquitetura com os sobrados antigos e comércio local.

Festa da Achiropita

Em agosto, o Bixiga realiza a festa italiana mais tradicional do Brasil: a Festa da Achiropita, uma homenagem à santa italiana padroeira do bairro. Durante todo o mês, a Festa da Achiropita lota as ruas 13 de Maio, São Vicente e Luís Barreto com barracas de comidas típicas italianas: tem muita massa, molhos, fogazza, polenta, doces, vinho e gente movimentando o bairro. Vale à pena prestigiar a festa!

Rua Avanhandava

Revitalizada em 2007, a Rua Avanhandava ganhou uma nova cara e um novo ar, trazendo um clima romântico no centro de São Paulo. A reforma foi inspirada nas ruas europeias, principalmente nos moldes italianos. O melhor horário para andar pela rua é à noite para conferir os atrativos, ponto de referência gastronômico e de entretenimento.

Museu da Imigração e Instituto Italiano di Cultura

O Museu da Imigração fica no bairro da Mooca e tem agenda cheia com eventos e cursos durante todo o mês. É possível visitar as exposições e conhecer mais sobre a história dos povos imigrantes, principalmente os italianos que contribuíram bastante para a formação do Brasil. A entrada custa R$ 10 inteira e está aberto de terça a domingo, das 9h as 17h e no domingo das 9h as 17h.

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Para conhecer e aprender um pouco mais sobre a cultura italiana, vale à pena visitar também o Instituto Italiano di Cultura, na Avenida Higienópolis. O instituto traz em sua programação, eventos, exposições, mostra artística, Festival Cinema de Inverno e o Ciclo de Música de Câmara. A entrada é gratuita e o espaço fica aberto de segunda a quinta-feira, das 9h as 13h/ 15h e sextas das 9h30 as 13h.

Domingos Martins, no Espírito Santo

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Getty Images

Pedra Azul, em Domingos Martins

Na bonita Serra Capixaba está Domingos Martins, uma cidade de “clima europeu” a apenas 40 km da capital Vitória. Com colonização europeia, principalmente alemã e italiana, a cidade tem arquitetura e culinária inspirada em várias cidades italianas. 

“Quem gosta de turismo de aventura ainda tem vantagem nas cidades italianas dentro do Brasil, que costumam estar pertinho de parques naturais e de cachoeiras”, comenta Eduardo Martins, diretor nacional do buscador de voos Viajala.com.br. 

Quem é fã rapel, rafting e trekking vai adorar o Parque Estadual da Pedra Azul, que tem tudo isso em torno da pedra de quase dois mil metros, que ganha tons de azul de acordo com a posição do sol.

Quarta Colônia italiana, na região central do Rio Grande do Sul

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Reprodução/ TripAdvisor

A Igreja Matriz Paróquia de Santo Antônio de Pádua, na cidade de Silveira Martins (RS)

O segundo centro de colonização italiana no Rio Grande do Sul, depois da Serra Gaúcha, fica na região central do estado, perto da cidade de Santa Maria. Esse polo italiano tem vinícolas familiares para visitar e engloba cidades pequenas como Silveira Martins, Nova Palma e São João do Polêsine. 

Apesar da pouca estrutura e da simplicidade, o local é conhecido especialmente pelo distrito polesinense de Vale Vêneto, que costuma sediar festivais de gastronomia, cultura e música italiana todos os anos. 

Por lá, o que não falta é comida “da nona”: sopa de capeletti recheado “em brodo” (ou seja, em caldo de legumes ou carne), massas, risoto, linguiça e polenta. Além disso, os famosos Cafés Coloniais, com pães, bolos, sucos e vinhos locais, salgados, embutidos, queijos, carnes também encantam os turistas. O turismo rural é outro atrativo da região, que conta com grutas e cachoeiras.

Monte Verde, em Minas Gerais

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Reprodução/Pinterest

Monte Verde também tem inspirações na cultura Italiana

“No sul de Minas, Monte Verde é quase mais conhecido pelos paulistas, devido à facilidade de chegar a partir de São Paulo, a apenas 170 km dali”, aponta o diretor do Viajala. 

Quem sai de Belo Horizonte enfrenta bem mais estrada – são quase 500 km entre a capital mineira e a cidade serrana. Monte Verde fica na Serra da Mantiqueira e recebeu um fluxo alto de imigrantes europeus, o que justifica sua arquitetura europeia, as vinícolas locais e os restaurantes de comida típica italiana e alemã. As belas vistas da serra são um bônus.

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Gostou das ideias de passeios inspirados na Itália dentro do Brasil? Responda abaixo no campo de comentários.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Maria Fumaça volta a circular depois de 30 anos entre Morretes e Antonina

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Foto: Reprodução/Internet

O Trem Caiçara, a histórica Maria Fumaça, volta a circular entre as cidades de Morretes e Antonina, no litoral paranaense. Depois de 30 anos sem operar regularmente, a locomotiva centenária volta a funcionar diariamente a partir do próximo dia 21. A inciativa é da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF) e a comercialização será feita por meio da Serra Verde Express, operadora do famoso trem que liga Curitiba a Morretes. Conhecida dos curitibanos por circular na cidade durante o período que antecede o Natal, a Maria Fumaça se transformou num dos principais atrativos do Natal da Capital.

As viagens entre Morretes e Antonina vão permitir uma experiência ainda mais especial, já que acontecerão ao longo de todo o ano e terão duração de cerca de 60 minutos. Para período de lançamento do passeio, moradores de Curitiba terão uma oportunidade diferenciada com a promoção Trem em Dobro. Até o fim de outubro, a compra de bilhete para o passeio tradicional da Serra Verde Express dá direito ao passeio de Maria Fumaça com escolha de saída de Morretes ou de Antonina, em qualquer um dos horários disponíveis.

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Via: Bem Paraná.

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